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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Sem piedade do inimigo; em julho de 1941 o exército alemão invadiu a união soviética. Essa guerra custaria a vida de 27 milhões de pessoas.

                         Civis soviéticos sendo fulizados


De 1941 até 1945 , a Alemanha e a União Soviética travaram entre si uma guerra. Como sempre nesses tipos de conflitos o agressor tentar encobrir sua intensão e deixa a culpa com o adversário. Nessa caso também não foi diferente. Hitler e seu ministro de propaganda, Joseph Goebbels, tentando iludir o mundo,ousaram dizendo que "o ditador russo Josef Stalin estaria planejando invadir a Alemanha e por isso seria necessário travar uma guerra preventiva contra o império do bolchevismo." Dessa forma o regime nacional-socialista não sor tentava justificar suas pretenções como também motivar os soldados para a batalha. 

Naquela época, verão de 1941, a maioria dos alemães acreditavam nessa propaganda. E mesmo com fim da guerra, durou mais de dez anos até que a maioria da população reconhecesse a verdade; que essa guerra foi travada pela Alemanha, provocado pelos criminosos do nacional-socialismo. 27 milhoes foi número de mortos do lado soviético. Foi o maior crime de muitos que o estado de terror alemão comenteu. 



Em 22 de junho de 1941 o sinal de ataque foi dado Hitler mesmo, que na época era o líder supremo no comando da Wehrmacht( exército alemão). Ele ordenou que bem cedo 3 milhões de soldados pegassem seus modernos aparatos de guerra e se dirigisse em direção ao enorme país do outro lado do Meme e o conquistassem. Entretando até mesmo Hitler não poderia da tal ordem sem o consentimento dos demais integrantes da NS. A "operação Barbarossa", como foi chamada a campanha, tinha o apoio dos principais dirigentes da NSDAP. O plano também animou muitos generais da Wehrmacht, dirigentes da economia e também a igreja. 

Mas como explicar tudo isso? Certo que nesse sistema ditatorial , em que o NSDAP e a Wehrmacht são a coluna principal, a obediência militar tem um papel muito importante. Mas isso não explica tudo. Somente depois que nós nos familiarizarmos com a imagem que o nacional-socialismo pregou da Rússia no começo do século 20 , é que poderemos explicar a causa da prontidão dos alemães em  declarem guerra ao enorme país europeu. 

Embora a imagem da Rússia nem sempre tenha sido negativa e hostil: no período de Bismacks,  a Rússia era para os alemães um país distante e cheio de segredos, com cultura significante, hospitaleiro e que gerava curiosidade pela a "misteriosa alma russa". 
No começo dos anos 20 a imagem da Rússia desenvolveu grande interesse nos nacionalistas alemães. Isso consistia em três linhas; primeiro, a Rússia era enorme, entretanto estruturalmente fraca-um colosso de barro. Segundo, os Alemaes era economicamente, militarmente, politicamente e intelectualmente superior aos russos e aos eslavos. Terceiro, o celeiro da  Rússia , a Ucrânia, era de grande interesse para a política de expansão alemã. 

Isso quer dizer que já existia um interesse econômico e militar em um conflito bélico para a anexação do país já mesmo antes da primeira guerra mundial. Em março de 1918 no "ditado de paz" de Brest-Litowsk se pode ter uma noção que caso a Alemanha invadisse o leste, isso levaria a uma brutal submissão e saques a Rússia. Em 1941 os nacionais-socialista colocaram essa plano em pratica. 

A imagem da Rússia como um "colosso de barro" levou a uma sequência de erros de planejamento. Ao mesmo tempo que a Rússia tinha os nazistas como inimigo perigoso e inferior, Hitler dizia que os eslavos não estavam em condições de fundar um estado , pois bolchevismo judeu tinha tirado o país dos trilhos e esse nescessita de dominação estrangeira. Uma fatal combinação de ideologia racista e conspiração antisemita que com os ataque de 1941 teria um terrível efeito. Judeus, bolcheviques e eslavos se tornaram igualmente alvos da vontade de destruição dos alemães. 

Em  30 de março 1941Hitler chamou os 250 comandantes do Wehrmacht que iriam coordenar a guerra no leste e fez um discurso cheio de ódio  e delineou um plano de extermínio.  Mesmo reconhecendo que esse plano era contra os direitos internacionais, poucos dos oficiais do Wehrmacht protestaram e mesmo assim com indiferença. Diferente do exército vermelho, o Reichswehr não precisava nomear comissários políticos para indoutrinar os soldados, os generais faziam isso. 

A ordem era atacar o "inimigo do povo alemão- os bolchevique e os judeus"  sem nenhuma consideração . Tudo que tivesse alguma ligação com o bolchevismo e o judaísmo tinha que ser impiedosamente destruído. Além disso todo, os comissários político do exército vermelho deveriam ser assassinados de uma vez. Os soldados tinham permissão para atacar os cívis sem temer que poderiam responder judicialmente por isso.

Em junho de 1941 o departamento de propaganda do Wehrmacht enviou panfletos que foram distribuídos entre as tropas de número 112 com a seguinte exigência em forma de motivação ;" se trata de aniquilar esse sub-povo que estão em Moscou encorporando como governante. O povo alemão está diante do maior desafio da sua história. O mundo verá que iremos resolver esse problema por completo." 

No decorrer da guerra, As ordens e as propagandas provocaram nos alemães uma brutalidade sem procedentes. O objetivo não era só combater o inimigo e avançar contra o exército vermelho, através da blitzkrieg. O Wehrmacht e a SS queria levar a cabo um programa racista de extermínio contra os ideológicos grupos de inimigos. 

Essa guerra de extermínio custou a vida de mais de 27 milhões de pessoa na União Soviética. Em torno de 10 milhões de soldados do exército vermelho caíram durante a batalha e mais de 3 milhões morreram nas prisões alemã. Três milhões de judeus soviéticos foram mortos pelo os alemães e 10 milhões  de civis soviéticos se tornaram vítimas da política de extermínio dos nazistas. De acordo com o historiador britânico Richard Overy 70.000 povoados, 1.700 cidades, 32.000 fábricas e 65.000 de trilhos de trem foram destruídos pelas tropas alemã. 

Os planos que Hitler, Heinrich Himmler, chefe da SS e outros líderes da ditadura Nazista tinham, iam mais além do que a execução do crime em si. Durante a tomada do leste europeu eles aplicaram a "fome"  como arma de aniquilamento, que custaria a vida de mais de 30 milhões de eslavos. Um cenário que foi desenvolvido pelo secretários de estado nazista Herbert Backe e Hans Joachim. 


Não dá pra avaliar com exatidão quantos civis, da hoje Bielorússia, Ucrânia, Báltico e em muitas cidades da Rússia , morreram através da política da fome dos alemães. Em 8 de setembro de 1941 Lenigrad, hoje Sant Petensbug, foi cercada pelo exército alemão e pelo seu aliado Finlândia e ficou quase 900 dias isolada do resto do mundo. O objetivo do cerco era matar a população de fome e cede. 

Mais ou menos 1 milhão de pessoas morreram através desse lento genocídio. A cidade de Stalingrado ( desde de 1961  foi rebatizada de Wolgograd) que tinha o nome do ditador soviético, tinha um enorme significado para ambos os lados. Os planos de Hitler era arrasar com a cidade juntamente com Lenigrad e Moscou. 



Os alemães estavam se saindo bem com a destruição, entretanto quem teve a vitória militar foi o exército vermelho. Por primeira vez as tropas soviéticas conseguiram cercar por completo todo um exército alemão de mais ou menos 260 mil soldados e os obrigar a capitulação. A batalha custou a vida de mais de um milhão de soldados e civis. Mesmo assim, depois dessa vitória  o exército vermelho continuo a lutar com mais auto-confianca até que em abril de 1945 eles tomaram Berlin. 

As lembranças dessa guerra patriótica está presente até hoje na Rússia. Mas ressentimento contra os alemães, os russos não tem, pelo contrário. Para muitos a história mostra que a boa relação alemã -russa é mais longa do que a guerra. Diferentemente do que os alemães pensam, já na época da união soviética, vigorava a diferença entre o povo alemão e às lideranças facistas. " Hitlers vem e vão , mas o povo e o estado alemão , fica" Josef Stalin. 


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Rússia e Alemanha; uma cooperação que custaria mais tarde a derrota dos alemães.


O 1 de novembro de 1942, foi para os alemães um dia fatídico. Sem nenhuma suspeita, o exército vermelho , começava com toda força , a ofensiva "uranos" pelo norte  e pelo sul de Staligrand . Os tanques de guerra rompiam as linhas alemãs e avançavam com movimentos de alicates. Depois de 4 dias as duas cunhas de tanques se encontravam em Kalatsch, a 100 quilômetros leste de Staligrand. O sexto exército estava cercado. 

Com este êxito as forças armadas soviética mostravam, que depois de um 1 ano e meio de guerra, que eles estavam prontos novamente para grandes ofensivas. Mas do que isso, que eles já podiam utilizar de maneira eficaz a tecnologia dos tanques de guerra. 

 Tão logo os oficiais do wehrmacht perceberam quem lhes tinham derrotado; o comandante do quarto corpo de tanques, Andrej Grigorjewitsch Krawtschenko. Ele era bem conhecido deles. Com ele os oficiais já tinham bebido, jogado e conversado bastante sobre trabalho. Mas onde os futuros inimigos já tinham se encontrado? 

Pra responder essa pergunta, temos que voltar até o ano de 1919, época do tratado de Versalhes. Já que a Alemanha estava proibida de armar novamente seu exército, o Reichswehr e o Exército Vermelho fecharam um acordo secreto de cooperação militar; a união soviética disponilizava balaustradas e equipamentos para treinos e em troca recebia Know-how dos alemães. Dessa forma surgiu em Lipezk uma escola de aviação, em Wolsk , com o codename Tomka , foram feito teste com agentes de guerra químicos e na cidade de Kasan os oficiais testavam tanques blindados. 

Enquanto o Reichswehr em Lipezk  era bem mais equipado, com mais ou menos  220 pilotos e observadores de voo, em Kasan a proporção era bem mais modesta. Em 1926 surgiu ali uma escola secreta de tanques de guerra com o nome Kama- um acrônimo de Kasan e do sobrenome do primeiro diretor Wilhelm Malbrandt. Até setembro de 1933 em torno de 30 oficiais alemães foram formados ali, no âmbito da cooperação militar. Os soldados russos também passaram por um curto período de tempo por uma formação e especialização em tanques de guerra,entre eles estava Andrej Krawtschenko. 

No começo o projeto acontecia de maneira moderada. Somente em 1929 é que chegaram os seis  " grandes tratores", chamados de carro blindado de guerra. Mesmo infringindo o tratado de Versalhes , Eram as empresas de armamentos alemãs quem produziam os protótipos. Camufladas em grandes caixas de madeira, os tanques iam de trem para Stettin, depois de barco para Lenigrad, hoje St. Petersburgo e continuava  de trem até Kasan. 

As exigências às empresas de armamentos eram grandes; o "grande trator " tinha que ter um canhão de 7,5 centímetros e duas metralhadoras. Mesmo pesando 16 toneladas, ele teria que andar 40 quilômetros por hora, conseguir percorrer a 80 centímetros baixo da agua e superar corvas de um metro e meio. Alem disso ele tinha que conseguir fluctuar , ser vedado a gases tóxicos e esta equipado com sistema de rádio. E as empresas tinham que construir diferentes tipos de engrenagem; assim a Krupp conseguiu o contrato do exército para servir as engrenagens com pressão de ar, a Rhein-metall com sistema elétrico e a Daimler com pressão de óleo. Na época um engenheiro escreveu a seu general que " tirando a parte de voar, exigiram bastante".

Muitas dessas cartas, também dos cursastes,  que até o momento ainda não tinham sido analisadas e estavam no arquivo militar, descreviam Kama como provisório ;o corpo docente era quase da mesma posição dos cusantes; cada um era especializado em alguma área, não só em tanques de guerra. Malbrandt , um especialista em ferrovias, exigia rigorosa obediência. Durante a comida ele proibia as conversas. O ambiente era miserável. Dessa forma a escola não podia funcionar. 

Os tanques também não animavam os engenheiros. O protótipo da Daimler falhou já no primeiro dia e ficou quardado na oficina sem nenhuma função. Os motores de outros tanques produziam vibrações violentas e super-aqueciam as cabines, os vapores de óleos e gases poluíam o ar. Sempre depois de cada exercício os condutores saltavam dos tanques quase surdos e todo ensopados de óleo. E eles ainda tinham que ficar em silêncio, como cadetes, durante as refeições no cassino! Os cusantes não aceitaram isso e em 1929 Malbrandt foi substituído por Ludwig Ritter von Radmeier. 

Somente uma cerca patrulhada separava os alemães de uma unidade do exército vermelho. No portão principal ficavam os soviéticos e eram eles quem controlavam a entrada e a saída,  as faxineiras eram contratadas pelo serviço secreto e examinavam as gavetas dos alemães. Nas oficinas os engenheiros soviéticos seguiam cada passo de montagem dos tanques. 

Todo começo de ano entravam soldados do exército vermelho, sem distintivos de posto, para irem à escola com os alemães. Ninguém nunca soube dizer quem eles eram exatamente- podiam ser tenentes da inspeção de tanques de Moscou ou engenheiros dos tanques de teste de Lenigrad. Uma vez por semana eles faziam as refeições juntos e sempre acabava em horríveis bebedeiras. 

Eles se sentavam lado a lado e surgia tensão entre as mulheres dos professores. Muitos dos cusantes sofriam escorbuto, por falta de vitamina C na comida. Em 1932 o terceiro diretor da Kama, Joseph Harpe, criou um jardim de verduras e dava aos formados férias extras que poderiam ser navegar pelo rio Wolga ou viajar até Cáucaso. 
Até 1933 nenhum engenheiro da Krupp e nem da Rhein-metall consigam resolver os problemas de chassis do Tanque. Se durante as manobras alguém quisesse escolher um alvo, tinham parar toda vez. 

Apesar de todas panes, os responsáveis decidiram em 1932 pelo "grande trator" como futuro tanque de guerra- mesmo tendo aprendido em Kama como não se deve produzir um tanque. A situação crítica também foi vivida por Andrej Krawtschenko. Naquela época a tática de "Stosskeil", que teria sido responsável pelo sucesso de Stalingrado, ainda não tinha sido criada. Mas com o trabalho conjunto em Kama, Krawtschenko já estava familiarizado com a mentalidade dos oficiais e engenheiros alemães. Ele conhecia a predileção deles pelo alvo-óptico e pelo sistema de comunicação dos tanques. Com isso ele já sabia o que era de se esperar de um tanque alemão. 


Por outro lado os engenheiros soviéticos deram um grande salto nos anos trinta. Com ajuda dos americanos eles conseguiram resolver o problema do chassis. O wehrmacht só percebeu esse avanço, quando os soviéticos os atacaram no verão de 1941. Os Alemães toparam com um desconhecido tipo de tanque; o T-34 tinha rodas de cora relativamente grandes, era rápido, leve e mesmo assim robusto. Ele podia andar e atirar ao mesmo tempo, só não voava. 



quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Neonazi planejam um Tour em homenagem a Hitler.


 A viajem será organizada por uma agência de viagem húngara e será apresentada como ''entusiatas da história militar''. Detrás do título supeito, esconde também uma rota bem supeita: de acordo com o ministério do interior da Baviera, a rota passará pelas cidades de Viena, Braunau, Nuremberga, Munique e Obersalzberg. 

Esse tipo de turismo não é nada comun, não que as cidades tenham uma beleza peculiar, mas porque essa viagem da rede húngara de Neonazis, Blood & Honour, através da Baviera e Áustria é um tour em homenagem a Hitler e aos NS. Todas cidades tem alguma referência com o nacional-socialismo.
Segundo o ministério do interior da Baviera, o tour começará na quinta-feira, em Budapest e na sexta-feira chegaram no estado alemão.

 E é exatamente isso que o partido SPD quer impedir.  Eles estam exigindo que a entrada dessas pessoas sejam proíbida. '' Não podemos deixar que uma organização nazista, que é proibida, visite tranquilhamente lugares do regime nazista e ultilize isso como matérial de propaganda''. Disse Florian Ritter, porta-voz do partido SPD para combate a extrema-direita no Parlamento do deputados.

Entretanto,segundo o minstério do interior, isso não é tão fácil assim . Proíbir a entrada é muito difícil, pois existe a liberdade de circulação da União Europeia. E isso vale também para os neonazis e também para rede nazista Blood & Honour, que é proibido na Alemanha.

De acordo com a avaliação do ministério,para proibir a entrada de maneira preventiva, deveria existir ''um real e suficiente perigo. Tal proibição não poderia ser duradeira.''
No lugar disso, a polícia deverá esta presente ao longo rota e observar atentamente os nazistas húngaros. ''Se houver algum delito em concreto, a polícia poderá intevir com antecedência'' disse o porta-voz do ministério. Isso significa que simbolos e sinais que são proibidos na Alemanha serão penalizados.


A viagem foi descoberta pela a iniciativa antifacista AIDA da cidade Munique. Segundo eles, a viagem começara na praça Lidl em Budapest, seguindo para a academia de artes de Viena. Lá onde Hitler foi recusado como estudante. Os extremistas iriam dormir na cidade onde Hitler nasceu em Braunau am Inn.

Apartir da sexta-feira a Baviera está na rota, que segundo AIDA se chamará ''braunen Tour''; Basilika de St. Martin em Landhut, onde Hitler,Goebbels und Göring estão estanpados como torturadores em uma das janelas de vidro coloridas (A janela foi criada como simbolo antifacista pelo artista Max Lacher logo final da segunda guerra). Depois em direção ao centro de documentação no prédio do Reichspartei em Nuremberga.

No sábado o tour chega a Munique, onde entre outras visitas  está o bairro historico dos partidos perto da Königsplatz. Antes de seguirem para Obersalzberg no domingo.
Em muitas cidade ao longo do tour está formando resistência contra os neonazis. Em Munique o vereador do partido verde, Dominik Krause, alertou ;'' esse tipo de turismo nazista em direção a Munique, que antes era a capital do movimento, deve ser urgentemente combatido''. Ele teme que praças históricas como Feldherrnhalle e Königplatz sejam prejudicada com manisfestos.

Porventura , coicidentemente os ''Der III. Weg'' anunciaram para sábado um manifesto em Munique. O partido é tido como o sucessor do antigo ''Freien Netzes Süd'' que foi proibido e que antes era a maior rede neo nazista da Baviera. A viagem pode possibilitar um encontro de comparsas.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Qual seria a pena perfeita para um criminoso nazista? 300.000 vidas só valem quatro anos de cadeia?


                    (Oskar Gröning, acusado de cooperar no assassinato de mais de 300 mil pessoas)


Qual seria a pena apropriada? Outra pena não teria sido mais justa? Ninguém consegui responder. 

4 anos por ter cooperado na morte de 300 mil pessoas? O acusado tem 94 anos e nessas horas a idade pesa.
Até a justiça está insegura. Qual seria a condenação adequada? Não obstante, a sentença se tornou um marco miliario na história da justiça. Todos os cálculos e comparações são inoportuno. Se trata de sobreviventes e o quanto esse processo de Auschwitz é importante para eles. 72 mandantes se juntaram em Lüneburg. Eles esperaram vários anos para que um tribunal alemão lhes escutasse e que julgassem um criminoso de Auschwitz como um crime contra a humanidade. 

Muito bem vestidos e exaltados , eles apresentaram suas acusações. Max Eisen, 86 anos, ainda se lembra dos homens da SS que estavam na rampa. " Pra fora, pra fora, rápido,  rápido !." Os berros dos homens uniformizados, as luzes das lanternas nos seus olhos e os latidos dos cães de guarda, ainda estão nos ouvidos dos sobreviventes. Muitos so conhecem as seguintes palavras em alemão; ruas, raus , schneller , schneller ( pra fora , pra fora, rápido , rápido.)

O acusado não sabia de nada disso, quando , com 20 anos , ele se inscreveu para ser pagador na seção armada da SS ( waffen-ss). Para ele, a SS era uma "companhia segura que estava à frente coberta de glória." Disse ele diante do tribunal. Ele queria pertencer ao grupo dos "finalmente atacar aos polacos e franceses. Para isso eu deixei meu trabalho no Spakasse (banco )." 

Mas a euforia não durou por muito tempo. Os nazista lhe enviaram para Auschwitz, onde lá ele ajudou no desdobramento de um tipo único de assassinato em massa da história da humanidade. " Se os judeus são inimigos do povo alemão, então eles têm que ser exterminados. Nós tínhamos isso como sensato. Agora que isso iria se posto dessa forma em pratica, isso não nós não sabíamos ". Assim justificou ele sua atitude daquela época. 

Gröning quer ter mérito de não fazer segredo do inferno de Auschwitz. Ele disse aos negadores do holocausto, quantas pessoas foram mortas lá, 1,1 milhão no mínimo, como e por quê. 
Durante a "ação Hungria "  entre maio e julho de 1944 , chegaram vários vagões de boi com mais de 400 mil judeus húngaros. 2600 a 4000 pessoas em um único trem. Fotos foram tiradas como forma de provar o trabalho dos SS no decurso perfeito do extermínio  e mandadas para Berlin.  Na foto da pra perceber uma montanha de malas. 



Gröning viu a nuvem de fumaça e sentiu o cheiro de carne humana queimada que vinha do crematório . Ele escutou gritos de mães que iam com seus filhos nos braços ou agarradas nas mãos sem saber de nada para a aparentemente sala de banho  , até eles perceberem que de lá não teria mais volta. Era a câmera de gás. Ele sabia que as malas que estavam na rampa, as quais ele tinha que cuidar, deveriam ser trabalhada o mais rápido possível, assim como as pessoas. O próximo trem já esperava para entrar no inferno. 

Um perito relatou sobre o efeito do Zyklon B e da falta de ar, que agia como cãibras epilépticas. Agonias que duravam mais de meia hora. Alguns corpos estavam tão enganchados uns nos outros que tinha que ser separados com machadadas. 

In Auschwitz, Goring era responsável de administrar os bens dos prisioneiros. Ele contava as divisas e guardava as joias dos deportados, que as vezes estavam costurados em roupas ou escondidas em orifícios corporais. Entretanto ele não fazia só isso. 

"Eu somente dirigia  o caminhão até ao forno e pedia o Zyklon B. Eu era mais um observador na borda,  nada mais. Eu fui colocados ali, para cuidar das malas." Disse Göring. Somente?

Em dezembro de 1943, ele se casou com a amada do seu irmão mais velho, um chefe da BDM, que tinha morrido em Stalingrad. Em setembro de 1944 o seu filho mais velho veio ao mundo. Enquanto sua mulher estava grávida, ele viu como um homem da SS pegou um recém-nascido, que sua mãe havia escondido dentro de uma mala, e o jogou contra um container de lixo. " nesse momento meu coração parou".  Disse Göring. 

"O que o senhor observava na rampa?" Perguntou o juiz. "Não tinha excessos". Responder Goring. " os judeus não tinham Nem que carregar as próprias malas. Os agentes cuidavam disso. Para isso tinha até gorjeta." 
 
Para os promotores, Grönig fazia o papel menor. Mas a importância de Grönig Se mostrou em um acontecimento em Treblinka. Poucas semanas depois do começo do massacre, o comandante do campo , Irmfried Eberl , foi destituído do cargo por que não conseguir ter eficiência nos trabalhos de exterminação, como era tinham homens como Göring em Auschwitz. 

Em Treblinka , havia situações indescritíveis. Os cadáveres das pessoas que haviam morrido nos vagões - alguns já inchados e em decomposição - estavam ainda lá quando o próximo trem chegavam e eram conduzido com muita dificuldade para as câmara de gás. 

Entretanto Grönig  reconheceu que ele não deveria ter cooperado. O fantasma do passado ainda lhe atormenta. Qual seria a pena justa para ele?

Em 1977 emFrankfurt, procederam investigação contra 62 ex SS , entre eles Gröning. Como acusado, ele falou o que  sempre tinha falado. Em 1985 foi arquivados todos os processos contra os acusados. Era a época em que o partido social democrata governava o estado de Hessen. Então veio o CDU, mas nada mudou. 

6500 acusados de Auschwitz são nominalmente conhecidos. Desses, 49 foram condenados, calcula o juiz Kompisch. Ele compara esse número  com os 30 mil processos que são apresentados por ano no fórum de Lünenburg. Quando querem, conseguem. 




Matéria da revista alemã der Spiegel , traduzida por mim. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Nicholas Winton, o britânico que salvou várias crianças do holocausto, morreu nessa quarta-feira com 106 anos.





O britânico, que salvou 669 crianças judias da antiga Tchecoslováquia, de morreram na mãos dos nazistas, morreu nessa quarta , dia 1 de julho, com 106 anos. Anúnciou o club Rotary em LOndres, do qual ele fazia parte.
Pouco antes de começar a guerra, Winton organizou 8 trens para levar crianças judias de Praga para Londres. Na Grã-Bretanha, ele encontrou famílias de acolhimento que estavam preparado para conseguir uma quantia de garantia de 50 libra. Seu lema era;'' se não é impossivel, então existe uma caminho''. Dentre as 669 crianças salvas, estava o diretor de filmes, Karel Reisz e o político laborista, Alfred Dubs.
Por décadas Winton não fez muito caso da incrível ação para salvamento. Somente no ano de 1988, um programa da tv britanica trouxe a tona a história do transporte de crianças. WIntou falou mais; ''eu estava no lugar certo, na hora certa''.
Na quarta-feira o ministro-presidente tcheco, Bohuslav Sobotka, disse que Winton salvou 669 crianças da perseguição nazista e da morte que se aproximava. Ele falou que ele era '' um exemplo da verdadeira humanidade, da modéstia sem limites e da coragem civil''. O primeiro ministro britanico disse que '' o mundo perdeu um grande homem''.
Por causa da sua ação de salvamento, Winton era chamado de Schindler britanico. Entretano a comparação com o industrial, desagradava o modesto homem durante toda a vida . O homem, que nasceu no dia 19 de maio de 1909 em Londres, recebeu várias condecorações pelo feito. Ele foi momeado três vezes para o prémio nobel da paz. Em 2003  a rainha britanica condecorou como cavalheiro, esse homem que tinha descendência alemã e judia.
No último mês de outubro Winton tinha ido a Praga receber pessoalmente  a  ordem do leão branco, a maior distinção estatal do país. Na cerimónia estava presente sete daquelas crianças salvas. Winton relembrou que muitos países não quizeram rebecer crianças desacompanhadas. '' Muitos políticos não entendia o que acontecia no continente'' disse Winton sobre a noite anterior a segunda guerra mundil.



O último grande trem que Winton havia organizado, não pode mais deixar Praga no dia 1 de setembro de 1939. Hoje muita gente acredita que as 250 crianças que estavam a bordo, morreram nos campo de concentração.

terça-feira, 30 de junho de 2015

O tratado de Versalhes: com esse tratado os aliados plantaram a semente da segunda guerra mundial e engrandeceram Hitler.

   Foto da Delegação alemã que estava sob o comando de Brockdorff-Rantzau, o terceiro da direita para esquerda. Da esquerda para direita: Robert Leinert, Carl Melchior, Johann Giesbert, Otto Landsberg e Walter Schücking.




No mês de junho de 1919 aconteceu na pequena cidade de Weimar a conferência do partido
democrata social. O debate era em torno do tratado de Versalhes e sobre a culpa pela guerra, se as condições iriam ser aceita ou recusadas. Eduardo Bernstein, um critico questionador, solicitou aos outros integrantes do seu partido que submetessem os créditos da guerra a analise, mas ele foi calado pelos próprios companheiros de partido. Autocritíca não era bem aceita naquele momento vergonhoso.
Weimar, onde aconteceu a Assembleia Nacional do Reich, recebeu em primeira mão a notícia sobre trágico futuro da Alemanha. Entre 16 e 17 de junho eles esperavam, impacientes, a volta da  delegação de paz alemã de Versalhes. A delegação, sob a condução do ministro de relações exteriores , Ulrich Graf von Brockdorff-Rantzau, trazia más notícias: os aliados permaneceram duros e inflexíveis. O império alemão levaria toda a culpabilidade pela guerra, e os franceses queriam ir mais a diante, os alemães deveriam ,ainda, serem castigados. Nenhuma mudaça foi aceita no contrato de paz assinado no dia 5 de maio. A delegação alemã tentou pedir uma indulgência, mas foi em vão.
Em vão também foi o rogatório preparado pela população, com a esperaça que os céus escutassem suas orações e que a delegação voltasse com boas notícias. O jornal da cidade ''Weimarische Zeitung'' relatou:'' sob os toques dos sinos , a praça toda reunida por direito a paz , antes que os  cubos caissem sob a Alemanha. Todos quietos, jovens e senhores, pobres e ricos. Nos corações de todos , que se encontravam na praça , encendia o amor e fidelidade...Eles nos querem fazer indigente e desonrados para o futuro.''
Com a chegada da delegação na cidade, todos os representantes dos partidos falavam de '' desonra'' e ''mentiras de guerras''. Eles recusaram, por unanimidade, o contrato e o consideraram como ''vingança maligna'' dos vencedores. Ao mesmo tempo que eles  tinham que reconhecer sua impotência, pois, ou eles aceitavam as exigências ou os aliados colocariam em prática sua ameaça de oculpar a Alemanha. A força motriz desse sufocante tratado de paz, foi sem dúvida o ministro francês de relações exteriores,  Georges Clemenceau.

A FRANÇA QUERIA ESTABELECER NOVAS FRONTEIRAS



Durante as negociações do tratado de paz, Clemenceau tinha o seguinte objetivo; A Alemanha tinha que ceder regiões do leste e do ocidente, seu armamento teria que ser drasticamente limitado, cumprir com as reparações estabalecidas e aceitar um ''sistema de aliança na Europa central'' e que mais tarde seria a ''pequena entente''. Entretanto, a Inglaterra alertou que estariam indo longe demais com o enfraquecimento da Alemanha, isso poderia levar a um bolchevitismo da Europa central e uma França superpoderosa. Apesar disso, Clemenceau tentou avançar com as fronteiras da França até o rio reno. Mas ele topou com a resistência dos Estados Unidos, no final ele teve que se contentar  com uma desmilitarização da Renânia, mas conseguiu estabelecer uma oculpação militar na margem esquerda da  cabeceira das pontes  do rio reno em Colónia, Mainz e Koblenz. O tempo de oculpação foi estipulado em 15 anos. O território de Sarre, que estava baixo o poder da Liga das Nações, depois de quize anos, decidiu , através de um referendo pela permanência. A devolução do território da Alsácia-Lorena para França foi algo que não se pôde nem contestar. A Dinamarca recebeu uma estreita faixa de fronteira do estado de Schleswig-Holstein e a parte da Prússia ocidental, o território da Posen e uma parte da Alta Silésia foram cedidos para reconstrução da Polónia.
A Alemanha perdeu cerca de 15% da produção agrícola, 20% da exploração de minas e de ferro, como também 6% a 7% da indústria de transformação.  Bem como todas as colónias com matéria-prima preciosa e produções naturais exótica. Entretanto as sanções colocadas pelo presidente americano, Wilson, eram ainda mais sufocantes e ameaçadora para a existência da Alemanha. Ele exigia indenizações para todos os danos causado, através da primeira guerra mundial, aos aliados ocidentais. Wilson estava sob pressão da economia americana. A Inglaterra e a França exigiam dos Estados Unidos o reembolso dos créditos cedido para compras de armas. Para os vencedores parecia lógico  tirar proveito financeiro da Alemanha. Por cautela, Wilson não fixou uma quantia exata para as reparações. Segundo ele,  uma ''comissão especial'' iria fazer averiguações. O governo alemão se encontrava em uma situação difícil. Se ele assinasse as condições, a economia alemã estaria exporta a uma bankrott, se ele se negasse, o país seria oculpado e perderia a independência.
No dia 7 de maio de 1919 os aliados entregaram a delegação alemã o tratado. Quando o conteúdo foi revelado, uma onda de protesto se espalhou por todo o país. Contudo, os aliados so estavam preparado para permitir um plebiscito sobre a filiação da Alta Silésia.  Agora, toda Alemanha mostrava resistência. Os militares analisavam com o que eles iriam  se deparar no caso de uma oculpação. Um plano que o chefe-general francês, Ferdinand Foch , já tinha sobre sua mesa. O resultado do estudo teórico se mostrou preoculpante: O chefe do Estado maior , Paul von Beneckendorff e Hindenburg e o chefe do quartel general Wilhelm Groener- ele conduzia a retirada e demobilização das tropas- tinham que mostrar que as resistências eram inútil. No dia 22 de junho, o governo alemão assinou o tratado.
Depois dessa decisão o governo teve que conviver com a constante acusação de ter entregado o país sem hesitar. Uma grande parte da população rejeitaram o partido democrático e foram presa fácil para os grupos de extrema-direita e nacionalismo popular, a frente o NSDAP e seu carismático Führer, Adolf Hitler.

terça-feira, 23 de junho de 2015

A semente do mau - O anti-semitismo na Alemanha e na Europa que daria origem a luta pela criaçao do estado de Israel.

A força da NSDAP de atrair grupo dissidentes que eram anti-judeus, viveu um grande fortalecimento  através da discriminação radical do partido. Se o anti-semitismo não estivesse tão presente na sociedade alemã, Hitler e seu partido não teriam chegado ao poder. No começo do movimento, nem a luta contra o bolchevismo e nem o desemprego faziam parte do programa do partido, mas sim, o anti-judaismo. No começo da NSDAP e durante sua ascensão ao poder, Hitler usou o anti-semitismo latente do povo e teve que reconhecer que esse foi o impulso para o seu sucesso. Ele usou uma circunstância especial ; Ele podia agitar o estado mais católico do Império, na Baviera o anti-semitismo era mais profundo como em nenhum outro lugar do Reich.

Já mesmo em epóca liberal, entre 1849 e 1871, onde não havia discussão literária sobre o tema Judeus, surgiu no parlamento da Baviera, através do chamamento ''povo intocado'' , contra o anti-natural e pós-revolucionária ideologia liberal da igualdade dos direito dos judeus. Um deputado bávaro atacou, através de tom racista,'' a pecularidade do povo judeu'' e alertou para o ''perigo de acolhimento dessa parte da sociedade para o organismo alemão''. Essa postura foi apoiada pela católica. A aversão ao plano ambicioso do governo , sobre igualdade dos judeus , foi relativamente ativado bem cedo na Baviera. talvez como oposição notória ao Protestantismo da Prússia.
O judaísmo sofria o preconceito até mesmo em campos tido como liberais, como em Hamburgo  onde o deputado e jornalista Wilhelm Marr foi derrubado. Ele acentuou no seu  >Judenspiegel< ''a diferença de raça entre os germânios e os orientais'', mas ele nao levantou nenhuma objeção ao ''a destruição carnal''. Ele justificava que o matrimónio misto acelerava a ''germanisação'' dos judeus. Muitos democrátas não concordaram com Marr e se afastaram dele. Em 1879 Marr usou pela primeira vez o termo ''anti-semitismo'' no seu panfleto '' a vitória do judaísmo sobre o teutonos''.

A época dourada.

Para a maioria dos políticos liberais, a igualdade para os judeus ficava uma máxima ambiciosa. Em 1861 o estado de Hamburgo garantiu os mesmo direito para a população judia e não-judia. O mesmo exemplo seguiu, em 1862 , Baden, em 1867, Bayern e em 1869 a federação norte da Alemanha. Até 1871, todos os outros estados da Alemanha também reconheceram. Os próximo sessenta anos , foi como uma época dourada para os Judeus na Alemanha, apesar que ao mesmo tempo aumentava as posições anti-judaica em todos os círculos da sociedade e a literatura anti-semita. Em 1890 , Hermann Ahkwardt, escreveu a '' A batalha desesperada do povo ariano contra o judaísmo''   onde ele alertou para o crescente aumento de ''poder'' dos judeus e da uma conspiração para dominação do mundo. Poucos dias depois, diante do parlamento, Ahlwardt exigiu a exterminação dos judeus. Em 1892, Karl Paasch, exigiu o mesmo. Como isso era impossível em um estado de direito como era o império Alemão, ele sugeriu deportar todos os judeus para Nova-Guiné. O nacionais socialistas se apossaram desse pensamento e depois da vitória sobre França, eles queriam expatriar os judeus para Madagaskar. Ahlwardt era professor. Nessa época o anti-semitismo é bem difundido entre os magistério. Eles davam aos alunos suplementos para aumentar a intolerância e ódio racial, através de livros, planos de ensino e aulas que mais tarde foram usados por Hitler no seu movimento.

Richard Wagner, o anti-semita:




O grande músico Richard Wagner não escondia sua antipatia pelo judeus. Ele causou polémica ao comentar sobre ''o judaísmo na música'', onde ele declarava que os judeus eram incapazes de desenvolver uma arte com qualidade. Na sua opinião, as músicas nas sinagogas não passavam de uma ''tacarelice confusa sem sentido e espirito''. Para ele a verdadeira música era ''produto do cristianismo''.
Ainda não está claro o que levou a Richard Wagner a desistir do seu engamento pela emacipação dos judeus em 1848 e a partir de 1850 a tomar uma postura hostil. Porem Wagner e seu circulo não tinham muito importância no que se refere a disseminação do racismo e anti-semitismo.
O rei Ludwig II construiu, na cidade de Bayreuth, uma casa de festival para Wagner, que se tornou em um centro para glorificar o Ideal Germânico. Na ópera ''Lohengrin'' e ''Parsifal'' ele estabelecia uma ligação entre o cristianismo e a mitologia germânica. Com isso ele elevou os alemães a um estato de '' guardiões do Santo Graal'' e estabeleceu um novo modelo de identidade. Graças a Wagner, Bayreuth se tornou uma espécie de Mekka  da música germânica. Depois de sua morte, sua mulher Cosima, cuidou desse nimbo e posteriomente sua nora, Winifred, também. A casa era sempre frequentada por pessoas da mais alta sociedade, o imperador Wilhelm I e II, assim como Hitler e seus seguidores mais próximo.

Com medo e preoculpação:


Apesar dos judeus terem a igualdade assegurada pela constituição do império alemão, eles viviam sempre baixo o medo e preoculpação  por sua existência. O exército e administrações oficiais, tinham sua prática de exclusão dos judeus asseguradas pelas uniões anti-semitistas. O desejo de ter um estado só para eles, onde eles poderiam viver no meio de pessoas da mesma religião, estava a cada dia ficando mais forte. O advogado Max Isidor Bodenheimer e o comeciante David Wolffsohn da Lituânia, fazia um chamamento a união de colónia para formentar a agricultura na Palestina, um ano antes do Jornalista de moda Theodor Herzl de Budapest, desenvolver a ideia, em 1896 na cidade de  Viena , de um estado Judaico na Palestina.
Herzl foi revolucionário para o sionismo. Por sua iniciativa, aconteceu em 1897 em Viena o primeiro congresso sionista. Pouco depois surgiu na Alemanha a revista ''Der Zionismus''. Eles delineavam o objetivo do sionismo;'' O sionismo aspira uma solução para o problema dos judeus, através da fundação de uma estado público que servisse de abrigo para os judeus, que não podem viver ou ficar em seus países de origem - o sionismo aspira a volta de uma grande parte do povo judeu para as terras, que historicamente lhes foram dedicadas. '' O nacional socialismo iria , depois da tomado do poder, com muita ênfase , recorrer a esse programa.



Artigo escrito através de pesquisas e com o apoio do livro ''Knaurs Bildatlas-Drittes Reiches''

segunda-feira, 22 de junho de 2015

O nacional socialismo, o anti-semitismo e a política de raças não foram criada por Hitler.



Depois que a extrema direita revolucionária tomou o poder no estado da Baviera, a instauração de um departamento de notícias nas forças armadas do reich bávaro ficou ligado. Esse departamento realizava tarefas de anti-bolchevismo, vigiava a população e elaborava oficios. O comandante do centro era o capitão Karl Mayr. Ele percebeu o talento de Hitler como orador e o levou para o sua divisão. Hitler era o enlance , espião que estava em vários eventos político em Munique e procurava atividades bolchevistas. Para se formar como um V-Mann, Hitler participou de um curso na universidade de Munique. Aqui ele descobriu seu talento de encantar ouvintes. Mayr deu forças a Hitler e logo quando esse juntou todos os poderes em si , ele se tornou um de seus simpatizante mais ferverosos. Entretanto com o decorrer da guerra, Mayr se tornou um forte crítico de Hitler. Em 1945 ele foi morto no KZ (centro de concentração) de Buchenwald.

Com fevor, Hitler se dedicava a nova Tarefa. Ele agia com muita pensonalidade na hora de fazer a separação das tropas. que graças as informações do departamento de notícias, conseguia fazer, atrávez de trabalhos de iluminismo, que políticos de pouca confiança e que mostrassem bolchevismo e espartaquismo, desenvolvessem uma mentalidade nacionalista e anti-bolchevismo. Como arma principal do seu arsenal de demagogia, ele usava vocabulário anti-semitista. O ataque raivoso que ele usava contra o judaísmo, espantava até seus superiores. Eles temiam que as forças armadas fossem acusadas da perseguição aos judeus e alertaram que Hitler deveria reduzir seu anti-semitismo.


Durante a mundaça do século,assim como uma grande parte da população de Viena, predominava na Baviera um malvado sentimento anti-judeu, já antes da primeira guerra. Com acusações recorrentes, os judeus levavam a culpa de ter provocado a guerra e também pela derrota. As pessoas diziam que eles eram agiotas da guerrta e agora, nesse momento amargo de nescessidade, eles continuavam negociando de maneira horrosa. '' Só poderemos pensar em uma Alemanha revivida, depois que nos livramos desse bicho pérfido e traiçoeiro. '' Era o que dizia um informe do departamento de notícias das forças armadas, Reichwehr.

Hitler não levou a sério as advertência dos seus superiores. Ao contrário; Suas agitações anti-judaicas lhe trouxe fama e lhe transformou em um especialista no tema judaísmo. No outono de 1919, Mayr lhe deu  a tarefa de pesquisar a relação entre os judeus e o governo social-democrata. No dia 16 de setembro de 1919 Hitler apresentou sua posição;O anti-semitismo não basea-se na emoção. Disse ele , '' se não no reconhecimento da realidade''. Judaísmo não é religião , mas sim uma raça, e um anti-semitismo emocional gera o pogrom (perseguição das minorias). ''o anti-semitismo da sensatez'' entretanto leva a ''eliminação'' de todos os direitos dos judeus. '' seu último objetivo tem que ser a inamovivel eliminação dos judeus como um todo. '' Assim termina Hitler. Nesse pequeno relatório, Hitler se mostrou ideologico; se expressava com um mingau de idéias confusas, que se baseava nos estudios e livros correspondetes. Mais um ponto debil, mostrou as escritas de Hitler; nem ele e nem o NSDAP ( partido nacional socialista alemão) eram capazes de desenvolver ideias.  As ideológias do NSDAP não passavam de um conglomerado de opiniões e parecer irracionais, que tinham sido espalhadas por biólogos, historiadores e filósofos no século 20 e no principio de três pilares; 1- da idéia do darwinismo social >da luta por existir< e da seleção dos fortes sobre os fracos; 2- da nescessidade da batalha pelo >espaço vital< e 3- o rascismo fundamentado no anti-semitismo.
Essa pseudocientífica ideología altamente estilizada do nacional socialismo não era somente uma criação obscurante estafúrdia ou esotérica - como do excêntrico Jörg Lanz , de quem apartentemente Hitler tirou essa ideias,ou Guido von List-, mas de honrados cientistas.
Assim como o médico Wilhelm Schallmayer, nascido em 1857 , avaliava as pessoas de acordo com a sua últilidade social. Para produzir pessoas úteis, o estado tem estabalecer e comandar  a  reprodução. Assim dizia Schallmayer. A mulher tem o papel, como cônjuge e mãe, de da a vida a varias crianças. Sobre os quais, teriam sua saude controlada pela higienação de raças, que poderiam ser percebidas pelos laços pessoais biograficos familiares. O medico, reivindicava a esterilização corporal e de enfermos mentais e a internação forçada.
Alfred Ploetz, nascido em 1860, e Alexander Tille , seis anos mais novo, iam mais adiante. Eles propangavam abertamente o valor da raça germanica e exclusão dos doentes e fracos. Ploetz prescrevia a idade que um casal poderia se reproduzir. Os nascidos muito tarde ou gêmeos deveriam ser mortos. O agricultor Alexander Tille, antecipou radicalmente um programa de eutanásia. Para ele, pessoas que provocassem pena nos demais, não direito de esta aqui. ''É um direito dos mais forte exterminar os mais fracos.'' Assim dizia Tille. Ele ainda acrescenta; ''Se esses não tiverem a capacidade de se defender, também não tem
 o direito de existir.''

O ponto semelhante defendeu Hitler poucos dias antes de se suicidar em abril de 1945; '' o povo alemão se mostrou como o mais fraco e por isso eu prefiro perecer''.

Ideias obscuras se tornam realidade.

O professor de filosofia Christian von Ehrenfels defendia a poligamia e a inseminação artificial. Outro cientista, o quimico Willibal Hentschel, fundou em 1906 a > Mittgart-Bund <, uma liga onde casais escolhidos matinham um matrimónio por um período determinado e suas gerações deveriam crescer em comunidade rurais.

Muitos leterarios não compartilhavam das obscuras ideias do darwinismo social . Apartir  da metade século 20 , Felix Dahn, Gustav Freytag,Hermann Burtes e muitos outros começaram a idealizar , o germanismo. Ernst Wachler criou em 1907 em Harz, um lugar de culto, onde ele enaltecia heróis germânicos. Com ideias semelhantes, o nacional socialismo planejava construir, perto de todas as cidade grandes, palcos ao ar livre.

O escritor e diplomata francês Joseph Arthur Comte de Gobineau,pertencia a um dos mais eficazes  propagandista do pensamento populista e da Germanenkult (culto germânico). Em 1853 e ele apresentou um tese sobre as diferenças de raça. Para ele, a raça não se diferenciava somente corporalmente, mas também mentalmente. Ao mesmo tempo que ele tentava provar a superioridade da raça ariana. Sua tese teve efeito sobre Friedrich Nietzsche, Richard Wagner e do britanânico Stewart Chamberlain.

O nacional socialismo prestigiava o filósofo cultural Paul Anton  de Lagarde,  berlinês , nascido em 1827 , mesmo que  ele não venerase o racismo. Lagarde falava aos fundamentalistas e  fazia duras críticas a igreja do seu tempo, que para ele teria se distanciado dos ideais de Jesus. Toda religião deveria estabelecer uma reflexão de estado-política. O nacional socialismo tentou realizar as ideias de Lagarde, com o projeto >Deutsche Christen(alemães cristão)< entretanto não deu certo. Lagarde justificava sua antipatia pelo judaísmo, dizendo que uma nação não podia ter duas almas. Para Lagarde, os judeus poderiam , através de atitude nacionais, compensar sua alteridade religiosa. Se eles não tivessem aptos para isso, deveriam ser deportados para o leste ou expatriados para a Palestina. No seu livro de 1887 ''juden und indogermanen'' ele acusava os judeus de terem orgulho racial e os comparava  com insetos: ''com bacilos e triquinos não se deve negociar, triquinos e bacilos não serem educados, eles devem ser aniquilidos o mais rápido possível''. Lagarde aspirava o domínio da Alemanha na europa central e oriental e que a Austria não seria nada mais do que uma colónia alemã.

A ideia de expadir a Alemanha para o leste, ficou na cabeça de muitos. No começo da primeira guerra mundial, um professor da faculdade de agricultura da cidade Hohenheim, em Württemberg, exigia que o chanceler aumentasse as fronteiras da Alemanha mais para o leste e disponibilizasse as terras conquistas para o povo Alemão urbanizar. A ampliação dos terriotórios  para leste, era um dos principais objetivos do supremo comando militar e pesistiu até o fim da guerra. Hitler seguia esse plano, até que os soviéticos cercaram Berlim.

O historiador berlines, Heirich von Treitschke, causou uma forte repercussão por causa da sua postura anti-judaica. No ''anuários prussianos'' ele seguia o partido dos anti-semitistas;  ''no meio da mais alta fundação, entre os homens mais intolerantes com a igreja e repulsa ao orgulho nacional, eu declaro hoje que os judeus são nossa maior desgraça. '' Escreveu Treitschke.

Em 1927 Julius Streicher, chefe da circunscrisão territorial do NSDAP, usou esse lema '' os judeus são nossa desgraça'' como príncipio do seu jornal '' o avançador'' . Em todos as páginas estava escrito isso. Até para a mínima calúnia, essa estrofe era cantada.

terça-feira, 16 de junho de 2015

A libertação de Stalingrad foi somente uma demonstração.

No começo de dezembro de 1942, a Wehrmacht se armou para libertar o sexto exército. 150 km tinham que ser superados. Duas divisões já estavam a postos. 

                                                     Foto: Ernst Rebentisch 



Estranhamente  essa foi uma medida tomada por Hitler para dar esperança aos 330.000 soldados que estavam cercados. Mas ele nâo estava pensando com isso que os soldados podiam fugir. A nomeação de Erich von  Manstein ao comando supremo do recem formado grupo, trouxe mais otimismo a tropa. '' Manstein nos vai tirar daqui''. Era uma frase que ecoava a várias semanas.

Erich von Lewinski (1887-1973), que herdou o nome Manstein dos seus pais adotivos, era o melhor general estrategista de Hilter. O históriador americano Robert M. Citino o colocou no primeiro lugar dos grandes chefes de soldados, atrás de 7 do antigo exército da Prússia.

Foi de Manstein o plano Sichelschnitts (traduzido: Corte de foice), com o qual os franceses e os britânicos foram derrotados em poucos dias em 1940. Depois que ele , no comado de um exército, dominou em 1942 Sewastopol no Krim, Hitler o nomeou Marechal. Quando a ordem de salvar a frente oriental chegou a ele,no final de novembro, ele se encontrava perto de Lenigrad, onde ele preparava uma ofensiva.

Tempestade de inverno e trovão

Ligeramente Manstein e seu pessoal desenvolveram planos, para colocar o sexto exército em Stalingrad. Ele via duas possibilidades; Uma era um ataque em duas direções com o objetivo de empurrar a frente que estava em Wolga, como fizeram na grande ofensiva contra os soviéticos no dia 19 de novembro. A exigência era que tivesse mantimentos suficientes para as tropas.

Manstein já se perguntava se conseguiria levar os mantimentos pela ponte aérea, por isso ele desenvolveu uma outra versão, , mais reduzida da ''operação tempestade''. O exército de tanque, que não se encontravam em Stalingrad, deveriam criar um corredor no sudeste.

Esse plano foi rapidamente aceito pelo quartel de Hitler. Certamente ficou ocultado que ao mesmo tempo que o plano daria certo,consequetemente poderia levar a fuga do sexto exército de Stalingrad.

185 grandes ligas do exército vermelho

O chefe do exército dos tanques, Hermann Hot, também apresentou um plano:''propósito: o quarto exército de tanque, deverá substituir o sexto exército.'' Hoth mudou para o leste, o ponto principal para o ataque. Com isso aumentava a distância da sua frente até Stalingrad para 150 km, entretanto ele teria melhores terrenos. Manstein deveria dar apoio pelo lado oeste de Don. No dia 4 de dezembro esse plano foi aprovado.

Hoth tinha previsto para seu ataque dois corpos de taques com sete divisões. Isso era muito menos do que Mansteins teria apresentado a Hitler. Entretanto, até mesmo esse agrupamento  de Forças de combate, mesmo que só no papel, em realidade,se desfez rapidamente.

Os ataques do Exército vermelho no sudeste não diminuia de maneira alguma. Foram calculados 97 divisões e brigadas, em 9 de dezembro já era 185. A curto prazo foi considerado colocar o exército de Hoths em outro lugar , para repelir os ataques dos inimigos.

O exército tinha que ser , muito esforço, guiado  por mais de mil quilómetros. A sexta divisão de tanques, era uma liga que tinha sido completamente equipada na França. Ela dispunha de 160 tanques de guerra modernos- Panzer IV com lango tubo, ao igual que o T 43 dos russos - e 40 Sturmgeschütze(um tipo de tanque) blindados. Além disso foi distribuido os primeiros  ''Tiger''- tanques com 8,8 centimetros de canhão.

A 23° divisão de tanques tinha sido formada na França um ano antes. Ela tinha participado por último no âmbito da primeira divisão do exército na ofensiva do Cáucaso. Depois disso ela só disponha de 30 tanques com qualidade relativa para batalha.

O número de aviões da força se reduziu também drasticamente, em torno de 180 maquinas. Duas esquadras tiveram que ceder no oeste de Don.

''Todos os feitos teriam condenado a operação 'Wintergewitter', ''tempestade'', ao fracasso. ''Opina o historiador Bernd Wegner.


A Wehrmacht tinha auto confiança de ter todas as capacidades de quebrar ocerco.

Essa experência ,  que as ordens de Hitler não levaria a um fiasco, mas que levou, ficou pregada em muitos Generais. Como em Friedrich Paulus , que deixou a reflexão e a responsabilidade para o ditador.





segunda-feira, 8 de junho de 2015

Um pouco sobre Dr. Mengele, o anjo da morte.

Dr. Mengele era responsável  por fazer a seleção dos presos que chegavam em Auschwitz-Birkenau. Ele enviou milhares de pessoas para a câmara de gás. A partir de junho de 1945 ele ficou como médico chefe do setor B II, o chamado "campo dos ciganos". Ele tinha um grande interesse por gêmeos, com os quais ele fazia experimentos bestiais, com intuito de conseguir provas das " características hereditárias".  


" Um casal de gêmeos chamados Guido e Nina , mal tinham completados 4 anos. Dr. Mengele os recorreu, e os devolveu de maneira perversamente mutilados. Eles estavam costurados pelas costas como gêmeos. Ao mesmo tempo que Mengele tinha ligado suas veias. Suas feridas supuravam, eles gritavam dia e noite. Eu me lembro que mãe deles , chamada Stella, conseguiu de alguma forma morfina, para dá fim ao sofrimento dos seus filhos. " ( Vera Alexander, diante do tribunal de Israel em 1985)

Muitas vezes Mengele matou gêmeos de origem germânicas, os Sinti e os Roma, para simplesmente dissecar seus cadáveres. Provas de tecidos e partes de cadáveres eram enviados para o instituto de antropologia Kaiser- Wilhelm-Institut em Berlim-Dahlem para análises científicas, pelo os quais eles sempre o agradecia escritamente. O diretor do Instituto, o Professor Otmar von Verschuer, foi professor de Mengele. " Um vez eu deixou Mengele matar uma família inteira de oito pessoas, simplesmente para ele enviar as diferentes cores dos pares de olhos para o instituto berlinês."

Com fim da guerra, Mengele fugiu primeiro Para Argentina, depois para o Paraguai e para o Brasil, onde, provavelmente em 1979 , morreu afogado. 

Outros médicos da SS também abusaram dos presos ciganos para suas experiências. Assim como o Dr. Horst Schumann, que levava a cabo experiências de esterilização com mulheres e crianças, do campo dos Sinti e dos Romas, através de raios X , que muitas vezes estava ligados a inimagináveis martírios e sofrimentos. 

" Dr. Mengele exerce seu serviço como médico do campo de concentração de Ausschwitz desde de 17 de junho de 1943. Ele realiza as tarefas que lhe são dadas de maneira perfeita e tem dado uma grande cooperação nas pesquisas sobre o grande problema da raça dos ciganos. 
Além disso ele coopera regulamente em trabalhos peculiares. Sua postura como médico e como soldado é impecável".( Moção para a entrega da Cruz de mérito de guerra para o médico da SS , Dr. Mengele)


Na maioria das vezes os experimentos eram autorizados ou ordenado pessoalmente por Heirich Himmler e apoiados pela associação de pesquisadores da Alemanha. No KZ de Dachau e Natzweiler também foram levado a cabo experimentos com presos.

Para as vítimas esses experimentos estavam ligados a martírios inenarrável. Os médicos da SS obrigavam aos presos à inalar gases venenosos, os infectavam com agentes infecciosos ou faziam operações sem anestesia. Os poucos que sobreviveram ficaram com feridas no corpo e na alma. 

Nas conferências , onde eram apresentado os resultado dos experimentos, as organizações dos médicos recebiam informações sobre como esses eram feitos. Mesmo assim não tinha protestos. Depois da guerra pouco dos médicos responsáveis foram julgados. 




quinta-feira, 30 de abril de 2015

Herrmann Göring - o fim do homem que sonhava ser o sucessor de Hilter.



A noite do dia 8 de maio , dia da capitulação da  Alemanha, ele passou no Palácio de Fischhorn perto de Zell am See. Hermann Göring, ex presidente do Conselho de Estado da Prussia, ex designado sucessor do Führer, ex representante do conselho de ministros para defesa do Reich, ex presidente do conselho de pesquisa, ex presidente de aeronáutica do Reich, comandante chefe do conselho para armas aéreas e representante da central de planificação. Esse poderoso homem, agora está  na guarda do general da brigada americana, Robert Stack, ao qual lhe trata com muita educação. Sua mulher Emmy e sua filha Edda estão junto com ele. 

Göring acreditava que nesse dia ele ainda poderia conseguir chegar a um acordo de paz. Ele escreveu uma carta a Dwight Eisenhower, comandante supremo das forças armadas dos aliados no nordeste da Europa, e esperava uma resposta. Ele é um homem se deixa pesuadir e está seguro que conseguira sair bem dessa. Quando está muito nervoso, coisa que acontecia sempre nos últimos dias, toma um comprimido e espera até que a ilusão volte. " Pergunte ao general Stack, se posso levar comigo minha pistola e meu punhal, quando vaia me encontrar com Eisenhower. " Disse ele a um tradutor. " me da igual" respondeu o general. 

Mareshal e general se encontraram um dia antes em Radstadt, a 80 km de Salzburgo. Göring chegou em um Maybach de 12 cilindradas,  blindado. Como em passeio de família com sua mulher Emmy e a filha Edda. Ela vestia seu uniforme cinza com um cassaco. Stack desce do seu sedan e lhe saúda com um aperto de mãos. Ele teve de se justificar depois. Göring se desculpa pelo seu simples uniforme com senhor texano de cabelos brancos . Seus suntuosos uniforme e suas condecorações se queimaram em um incêndio em Obersalzburg. Stack pergunta; " o senhor fala ingles? ". Göring entra no sedan e sussura; " pelo menos  anos vivendo decente".

Hitler avisou que iria dividir o poder das forças armadas em norte e sul, caso os aliados oculpassem o Reich pelo centro. O comando do Norte ficaria nas mãos de Karl Dönitz e o do sul nas mãos de Albert Kesselring. Quando Hitler assinou a ordem, suas mão direita tremiam tanto que ele teve que tentar com a mão esquerda. " Então Göring pergunta se ele pode deixar Berlin; " Meu líder, o senhor teria alguma coisa em contra se eu viajar para Berchtesgaden ?" 


Uma coisa ele tinha conseguido, ele não precisava se suicidar como Hitler e Goebbels ou esperar a derrota em Berlin. No lugar disso ele pegou o caminhou em direção à Mauterndorf, na Áustria, um palácio que pertencia a ele, que ele tinha herdado de seu padrinho Hermann Von Epenstein. Ele lhe deu um sobrenome mas também um problema; o médico de família e o mordomo tinham descendência judia. 

Quando chegou a  Mauterndorf ele enviou seu ajudante Bernd Von Brauchitsch, o qual teve que andar pela redondezas com uma bandeira branca , até que tombou com uma unidade americana para entregar a carta a Eisenhower. Nela , o marechal do Reich, apelava por uma conversa de igual para igual; " eu lhe peço que você me conceda essa conversa em salvo-conduto e que coloque meus entes mais próximos e minha familia baixo a vigilância americana. Por problemas técnico, eu proponho aqui em Berchtesgaden. Mesmo que minha casa esteja destruída, ainda temos os cômodos necessários para isso. "

A vigilancia ele conseguiu, agora uma resposta ele teve que esperar. Não lhe importa que Hilter tenha quebrado relações com ele no seu último dia, não porque ele tenha pedido para "fugir" de Berlin , mas sim por que tentou fazer o que ele sempre quiz ser; Sucessor de Hilter. Também já não lhe importa que Hilter lhe tenha destituído de todos seus cargos oficiais e lhe retirado do partido. General Stack lhe trata distinto, isso poderia ser um bom sinal. 

No mundo de fantasias de Göring seria apropriado que dois senhores da guerra como ele é Eisenhower se sentassem e tivessem uma conversa sensata, do que aconteceria de ali por diante. A pergunta era se a carta teria chegado a destinatário. 

Göring passou mais uma noite no castelo de Fischhorn, mais uma noite ele poderia ter esperança de que tudo ocorreria bem. Então o general Stack o levou para o Grandhotel em Kitzbühel. Ali era o alojamento do 36 divisão de infantaria que pertencia ao sétimo exército americano. Göring agora já não está só sob a guarda americana mas agora ele é um criminoso de guerra preso. 



Na tarde do dia 9 de maio o preso foi apresentado aos soldados americanos em Kitzbühel , os quais fizeram fotos dele de recordação. A impressa ele foi apresentado no dia 11 de maio em em uma vivienda em Augsburg, no alojamento principal do exército americano. Klaus Mann estava lá, ele escreveu que Göring não se mostrava antipático , tinha voz agradável , não demostrava aspecto monstruoso, mas mesmo assim sintilava um ar de maldade nos seus olhos, ele irradiava brutalidade. 

Em 1946, no precesso de Nuremberg, Göring foi condenado à morte por enfocamento. No dia 15 de outubro de 1946 ele se suicidou,  ele mordeu uma cápsula de cianeto de potássio assim como general Friedeburg. 





Fonte; der Spiegel , no. 18 . 25/04/2015 traduzido por mim. 


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Quando os russos oculparam Berlin, eles abusaram de milhares de mulheres alemãs. Margarethe é uma delas.

APRIL 1945, OS RUSSOS OCULPAM BERLIM E ABUSAM DE MILHARES DE MULHERES. MARGARETHE É UMA DELAS. ANTES DE MORRER, ELA FALOU SOBRE SUA HISTÓRIA ENQUANTO SUA NETA ANOTAVA TUDO.



Margarethe tinha 22 anos , quando teve ver como os soldados russos abusavam da sua mãe. Ela se viu desamparada quando os mesmo homens começaram abusar sua tia. Ela não conseguiu evitar que os homens levassem sua irmã.

Margarethe liga para uma amiga, ela não quer acreditar no que está acontecendo.São vários por mulher, eles gritam, agridem e ameançam...

Margarethe se defende. Com 1,60cm ela consegui  fugir por uma janela de vidro, que a tempos já estava quebrada. Talvez ela prefira deixar uma parte do seu amor morrer, do que ser ameaçada e morta. Como enfermeira da Cruz Vermelha Alemã, talvez ela saiba que uma queda do segundo piso não segnifique um pescoço quebrado. Ou talvez ela nem pense nisso mas que  ficar ali não seria uma boa opção. Ela está cansada da vida, cansada da vida em uma Berlim destruida pela bombas. Ela cai e pensa no seu pequeno filho, no qual ela não pode ser mãe  , até agora, uma mãe verdadeira que ela sempre quis ser. O seu corpo sobreviveu  a esse dia.

VÍTIMAS DA GUERRA, VÍTIMAS DAS BOMBAS E DAS AGREÇÕES

Quando Margarethe acorda, ela está na Charité, em uma cama. Nesse momento ela entra em pânico, ela está deficiente. Ela fecha os olhos para esse pesadelo chamado vida.
Margarethe passou várias semanas no hospital, dessa vez como paciente e não como cuidadora. Ela é , apartir de agora, mais uma vítima dentre outras vítimas de bomba, queimaduras, acidentes e da guerra.
Uma enfermeira lhe dá morfina, enquanto um médico lhe reitera que ela tem que ficar deitada para que sua vértebra quebrada possa se curar .
Margarethe resisti. Ela está em sala com vários feridos e tem tempo para pensar. Ela pensa na sua família, no seu pequeno Michael, que ela não pode ver pois ele está com parentes. No seu primeiro bebê que não foi capaz de sobreviver a guerra. Ela não consegui se perdoar de não ter tido leite para seu filho. Pensamentos no seu Gerhard, no seu homem, antes cheio de vida e agora um ser frio por causa da guerra e em algum lugar da Itália. A sua última carta não havia sinais de preoculpação, mas parecia uma carta ordenada por seu capitão, que ela deveria sobreviver e ser forte.

Enquanto ela passa noites se mexendo na cama, cheia de feridas e nojo de si mesma , ela deixa que os comprimidos de morfina vá desaparecendo do seu criado-mudo, para que não se torne uma viciada. Pensamentos de uma enfermeira. Mesmo que pela noite não caisse bombas, ela acordava assustada e molhada de suor ou por causa dos pesadelos dos outros. Quando tudo estava em silêncio, ela escutava os gritos do seu Michael,na sala ao lado. enquanto ela esperava não engravidar dos russos.

ELA NUNCA SE PERDOU POR  NÂO TER TIDO LEITE PARA SEU BEBÊ.

 No dia 15 de maio ela completa 23 anos. Uma idade onde, normalmente a parte séria da vida começa. Para ela , ainda não está claro que seu país tenha ido tão longe. Onde tudo era tão rosado a anos atrás. Se ela sobriver tudo isso, ela não quer nunca mais passar fome. Pelo menos ela não tem mais medo da morte, pois ela viu tudo de ruim que uma pessoa pode ver nessa vida; à última vez, a algumas semans atrás.

Sona o alarme de bomba. Ela corre para dentro do porão para se proteger dos ataque aéreos. Uma mulher desconhecida e que tava ferida lhe colocou seu bebê nos seus braços, no pensamento que Margarethe o passase adiante. Atráves de um pequeno buraco ela ver um pedaço do cérebro da criança. Ela passa o bebê para um Hitlerjungen, esse levou o bebê para um hospital.

Um dia antes que os russos chegassem em Bergmannkiez, ela viu a mulher desconhecida com seu bebê . Margarethe salvou uma criança, mas mesmo assim ela não tinha prazer nisso.
Ninguém ajudou a ela quando ela não tinha leite para seu filho. Mas ela não culpa ninguém. Cadáveres, bombas, saques, medo da morte, assassinatos,miséria... tudo isso ele teria presenciar. Em 2 de maio  o último comando de Berlim se rendeu, a batalha acabou. Margarethe também se rendeu, como mulher, ela perdeu a batalha contra os russos.

Duas semanas depois,em um maio abafado, agora já com 23 anos, mas sem nenhum motivo para comemorações, ela vai para fora fazer exercícios para voltar a andar. Um médico jovem a observa, como ela cai e volta a se levantar sem ajuda. Ela soa muito, senti muitas dores, sobretudo no seu ventre, que havia sido raspado por medidas de segurança, por causa de um aborto e de sífilis.
O médico lhe oferece um cigarro e pedi para ela não inalar. Ele sabia que ela não tomava comprimidos para dor. Ele a abraça, ela se sente protegida.

Por um momento tudo está bem. O ''Führer'' está morto. Mas mesmo assim ela tem medo quando pensa na  sua casa. A sua vivenda na rua Baruther, perto do cemitério, não passa de escombros e fumaça. Desde da visitas dos russos, sua mãe e sua tia vivem com conhecidos em Köpenick. Sua irmã Gerda agora conseguiu um trabalho.

SEM VONTADE MAIS DE SER MULHER

Chega o dia sua alta do hospital.
Ela não sabia que o pior não tinha acabado. O verão era muito quente.. Mulheres destroçadas encontravam soldados traumatisados. Margarethe espera por Gerhard, os primeiros desertores chegaram, se escuta quando alguns falam de prisão de guerra.
Nenhum desses homens são mais como antes. Principalmente seus corpos. Eles estão pálidos e quase invisível.

Sua mãe mal fala, mal come. Ela perdeu a vontade de viver. Sua tia também prefere não falar e passa a maior parte do tempo trabalhando sobre os escrombos. Sua irmã trabalha como doméstica para as tropas americanas, em troca de um teto e comida. Ela tem um plano, ela quer dá as costas para a terrorisante Alemanha e ir para américa e encontrar um marido.

Antiguamente elas compartiam tudo uma com a outra, mas guerra deixou uma marca na sua vida .Toda intimidade e confiança está destruída. Margarethe e Gerda já nem se abraçam mais como antes. Aproximação corpo a corpo e a afeição familiar já não existe mais. Somente lembranças.

As quatro mulheres da casa, não falam sobre a visita dos russos e nem do que a violação provocou. Com só em olhar nos olhos de outras mulheres, Margarethe já percebe que elas também passaram pela mesma desgraça. Elas tomam o feito dos russos como punição pela guerra sobre seus próprios corpos. Como penitência, a capitulação dos seus corpos diante do inimigo. Quando sua mãe morreu de fomen no inverno de 1945, a raiva e rancor pelos russos aumentaram. Mas então ela decidiu não olhar mais para atrás. Seu segundo filho, Michael, agora está com 2 anos. Ela quer tentar ser uma boa mãe apartir de agora.

O pensamento em voltar a ser mãe, está distante. Talves um dia ela queira ter uma filha, como ela sempre desejou. Uma menina poderia ser a salvação do seu matrimónio, que se tornou um fardo provocado pela trauma da guerra. Gerhards também não gosta de falar do sofrimento nos campo de batalha.


Texto publicado hoje pelo site Welt.de e traduzido por mim.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Apesar de todos os riscos, por que os judeus não fugiram antes do regime nazista?


Desde que  Hitler chegou ao poder no dia 30 de janeiro de 1933, os judeus passaram a viver sob constante ameaça. O anti-simitismo era um dos principais pilares da ideologia nazista. Entretanto ninguém sabia se a ameaça iria pesistir e muito menos no que iria resultar: o holocausto.

TERROR DO ESTADO

As primeiras medidas do regime nazistas contra os judeus já começaram no começo do ano de 1933. Apartir do dia 1 de abril, foi estabelecido o boicote ao  dos judeus. A população foi convidada a boicotar bancos, escritórios de advogados, clínicas, armazéns e qualquer outro comércio que pertencesse a judeus. SA und SS ameaçavam com violência qualquer pessoa que quisesse entrar a algum desses comércios. Essa açao deveria mostrar aos judeus que eles já nao faziam parte da sociedade alema. Entretanto a maioria dos 525.000 judeus da Alemanha acreditavam que o anti-semitismo , distúbios e violência seriam temporário e que logo tudo voltaria ao normal. Apartir de 7 de abril de 1933 ,depois do boicote, seguia mais uma medida para limitar os direitos do judeus perante a sociedade. Com a lei para reestabelecimentos de profissões quem não fosse ariano não poderia mais ter uma profissão oficial. De acordo com esse paragráfo, era considerado ''não-arianoDesde que  Hitler chegou ao poder no dia 30 de janeiro de 1933, passaram a viver sob constante ameaça. O anti-simitismo era um dos principais pilares da ideologia nazista. Entretanto ninguém sabia se a ameaça iria pesistir e muito menos no que iria resultar: o holocausto.


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 A PRIMEIRA ONDA DE EMIGRAÇÃO

A soma dessa medidas levaram a primeira onda de emigração dos judeus da Alemanha nazista. Ela começou logo após a tomado de poder e foi até o ano de 1935.  Se mostrava uma emigração principitada, que iam com ilusão de retorno assim que chegasse o fim do naciona-lsocialismo. O destino desses emigrantes eram sobretudo países vizinhos. Poucos iam para países ultramar. Eles quase não tinham planos para de se estabelecer no exterior, eles queriam mais era fugir da repressão. Com a diminuição do terror contra os judeus e a esperança de tempos mais tranquilos, fez com que essa emigração diminuisse. Em 1934 depois da ''Röhm-Putsch'' muitos judeus poderam viver, sob algumas circustâncias, na Alemanha.

A SEGUNDA ONDA DE EMIGRAÇÃO

Com o decreto da lei ''Nürnberger-Gesetze'' em setembro de 1935, as coisas começaram a piorar. Apartir de agora eles eram considerados pessoas com menos direitos. Era considerado ''voll-juden'' (completo judeu) aquele que tivesse um ou dois avós judeu. Quem tivesse três avós, mesmo que não fosse judeu ou fosse casado com algum judeu era visto como ''mischling''(misturado) e com isso era um cidadão com menos direito. Com a ''lei de proteção do sangue alemão e do matrimónio'' ficou proíbido o casamento de não-judeu com judeu. Isso levou a segunda onda de emigração, logo depois que o número de judeus emigrantes tinha diminuído. Ao mesmo tempo aumentava a emigração dentro da Alemanha. Muitos saiam de cidade pequenas para cidades grandes fugindo da campanhas difamatória e para tentar viver no anomimato. Entretanto isso não resolvia o problema e a única solução era emigrar para o exterior. Depois do pánico provocado pela pela primeira onda de emigração, essa segunda era relativamente regulada. Organizações alemãs e judias de emigração oferecia apoio para a viajem.

Existia dois tipos de emigração na Alemanha; organizada e a desorganizada. A fuga através de uma organização tinha mais chances de ser bem sucedida. Dois grupos de redes organizada - comunistas e sionistas - tentavam ajudar a seus partidários na fuga. Eles ajudavam, por exemplo, desde de elaboração de documentos falços, depois em esconderijos até no momento da fuga. Os sionistas se preoculpavam mais com crianças e jovens judeus. Desse modo foi que uma organização de jovens sionistas conseguiram, por exemplo, transportar 10.000 crianças da Inglaterra para Palestina. De resto, a chance de fuga atráves da ajuda do sionistas era pequena, pois a emigração para Palestina era proíbida pelos britânicos. Por isso muitos eram enviados para países como a Holand, Inglaterra e Dinamarca. A típica emigração judia acontecia dentro da própria família. Quando isso não era possível, muitas crianças foram mandadas sorzinhas para exterior, frequetemente para parentes distantes. Muitas famílias só puderam se reencontrar  ao fim da guerra.




CONSEQUÊNCIA DA EMIGRAÇÃO

A emigração para um país estranho ameaçavam não somente as economia dos judeus mas também dificuldades administrativas e obstáculos políticos que foram impostas por alguns países que recebiam esses imigrantes. A perda de status já era esperada, já  que em grande parte dos casos faltava qualificação profissional. Tudo isso e a demora por compreender a situação, fez com muitos judeus demorassem a tomar a decisão de emigrar.
A grande ligação com a sua terra, fazia muitos judeus alemães esperar antes de começar as formaldiades para a emigração. Além disso muitos deles não tinham estruturas para uma emigração em massa. O problema estava enraizado na germanidade, as desfavoráveis estruturas profissionais e a super marcante velhice da comunidade. Muitos países aceitavam somente determinados profissionais. Nos anos 30, a crise mudial ainda prevalecia. Além disso o tempo de receber refugiados políticos e religiosos , de braços abertos, já tinha acabado muito tempo. Nos anos 20 muitos países queriam povoar seus territórios ultramar. Nenhum país queria aumentar seus proletariado, ameançando suas finanças com emigrantes sem nenhum meios. Foi uma grande tragédia para judeus, que viviam no tempo onde prevalecia o poder do nacional-socialismos, que por causa da crise mundial, a possibilidade de emigração fosse tão pequena como nunca antes.

CONFERÊNCIA DE EVIAN


A conferência de evian em julho de 1938 foi dedicada ao problema dos emigrantes judeus alemaes. O convidado era o presidente Roosevelt. Na conferência ficou decidido, com vaga garantía, que as cotas de imigração deveriam ser esgotadas. Mas de verdade não mudou nada que possibilitasse a emigração dos judeus que fugiam dos poderes de Hitler.

RECEBIMENTOS NOS EUA

A maioria dos países recebiam apenas pequenas quantidade de refugiados. Isso não mudou depois da conferência de avian. A única excerção foi os EUA que se abriu para uma grande quantidade de emigrantes judeus. Para isso era nescessário um causão que deveria ser garantido por algum parente que vivesse nos EUA. Entretanto essa cota ficou estagnada, pois até para aqueles conseguiam esse causão ainda tinha o tempo de espera que demorava muito.

CONTRADIÇÅO DA POLÍTICA NAZISTA

A emigração de judeus foi forçada e ao mesmo tempo freada  pelos nazistas. Até que a ''nürnberg gesetzen''  não existia um questionamento para quem era judeu ou não. Depois disso o objetivo era empurrar os judeus para outros países. Eles foram excluídos do meio da sociedade  e da economia. Essa represão resultou na onda de emigração. Além disso tinha a massiva pressão da Gestapo. A confiscação de bens e os altos impostos e gastos atrapalhavam os planos para emigrar. Com isso somente judeus com grande fortunas podiam emigrar legalmente para outros países.

A TERCEIRA ONDA DE EMIGRAÇÃO

Durante a ''Juniaktion'' ,em 1938, 1500 homens judeus foram presos e mandados para os KZ(centro de concetração). Só poderiam ser libertos se algum membro da família mostrassem meios para emigrar, isso deveria ser feito direto nos KZ. O ponto auto da escalação da medidas anti-semitismo aconteceu durante a ''reichspogromnacht'' em 9/10 de novembro de 1938. Na Alemanha inteira, homens da SA e da SS  encendiaram sinagogas, montra de comercios judios foram depredadas, casas de judeus foram demolidas e seus moradores abusados.  Depois dessa noite de terror mais de 91 pessoas morreram, 267 sinagogas e 7.500 comercios foram destruídos. No dia 10 de novembro 30.000 homens judeus foram mandados para os KZ. Tudo isso e as desapropiaçÕes forçaram os judeus a emigrar. A emigração, que antes estava ordenada, agora vivia colapso. Apartir de agora era que'' salve-se quem puder.'' As cotas de imigração, colocadas pelo países, foram esgotas em poucos dias. Agora não tinha mais caminhos para os judeus. Especialmente as mulheres se esforçavam para conseguir os papeis e tentar libertar seus maridos do KZ, coisa que era quase impossível. Países como Cuba, exirgiam um quantia de dinheiro como capital, que devido a política de divisas do governo alemão, só podia ser provada atráves de paretes ou amigos estrangeiros. O comércio ilegal de passagens e visados aflorava. Um passaporte só podia ser solicitados depois que autoridades verificassem que todos os impostos tinham sido pagos e os ''Reichfluchtsteuer''(sumida de capitais) também. Além disso foi exigido dos judeus 1 bilhão de Mark pelos estragos da ''Reichspogromnacht''. Liquidar essa soma foi difícil para os judeus alemaes, pois apartir do final de abril de 1938 suas fortunas foram confiscadas.

A SEGUNDA GUERRA

Com o começo da guerra, ficou mais difícil emigrar. O caminho atráves do oceano atlántico foi muito afetado, pois somente companhias de navegação espanholas , portuguesas, argentinas e chilenas tinham o direito de ao transportes de civís. Com a entrada da Itália na guerra no verão de 1940, o mar mediterráneo se encontrava também em guerra. Com isso era impossível o embarque nos postos da Itália e da Grécia.  Através da Itália era feito o caminho ilegal até a Palestina, com isso esse caminho estava fechado. Com o ataque a União Soviética, o caminho para Ásia através da Transibéria, também estava fechado. De lá havia a possibilidade de viajar até Shangai ou Hongkong.

PROÍBIÇÃO DE VIAJAR

Em 23 de outubro de 1934 foi decretado a proíbição de viajens. Objetivo agora não era mais expulsar os judeus da Alemanha mas aniquilar o judaísmo. A preparação para as deportações começaram 1941. Em 21 de novembro de 1941 começou a expatriação de todos os judeus alemaes. Eles fizeram de todos os refugiados pessoas sem pátrias, isso fazia a entrada em outros páises mais difícil.
Oculpação de outros países europeus, fez com que judeus que tinha emigrados antes, tentassem agora emigrar para mais longe. Isso aconteceu principalmente depois da queda da França em junho de 1940. Uma nova onda começou agora atráves dos pirinéus em direção a Espanha e Portugal e de lá para países ultramar. Poucos quiseram ir para países neutro como Suécia e Suiça. Mas nem todos conseguiam fugir. Poucos conseguiram sobreviver com falsos documentos ou escondidos. Muitos foram deportados, depois que o país que lhes receberam terem sido oculpados.