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terça-feira, 30 de junho de 2015

O tratado de Versalhes: com esse tratado os aliados plantaram a semente da segunda guerra mundial e engrandeceram Hitler.

   Foto da Delegação alemã que estava sob o comando de Brockdorff-Rantzau, o terceiro da direita para esquerda. Da esquerda para direita: Robert Leinert, Carl Melchior, Johann Giesbert, Otto Landsberg e Walter Schücking.




No mês de junho de 1919 aconteceu na pequena cidade de Weimar a conferência do partido
democrata social. O debate era em torno do tratado de Versalhes e sobre a culpa pela guerra, se as condições iriam ser aceita ou recusadas. Eduardo Bernstein, um critico questionador, solicitou aos outros integrantes do seu partido que submetessem os créditos da guerra a analise, mas ele foi calado pelos próprios companheiros de partido. Autocritíca não era bem aceita naquele momento vergonhoso.
Weimar, onde aconteceu a Assembleia Nacional do Reich, recebeu em primeira mão a notícia sobre trágico futuro da Alemanha. Entre 16 e 17 de junho eles esperavam, impacientes, a volta da  delegação de paz alemã de Versalhes. A delegação, sob a condução do ministro de relações exteriores , Ulrich Graf von Brockdorff-Rantzau, trazia más notícias: os aliados permaneceram duros e inflexíveis. O império alemão levaria toda a culpabilidade pela guerra, e os franceses queriam ir mais a diante, os alemães deveriam ,ainda, serem castigados. Nenhuma mudaça foi aceita no contrato de paz assinado no dia 5 de maio. A delegação alemã tentou pedir uma indulgência, mas foi em vão.
Em vão também foi o rogatório preparado pela população, com a esperaça que os céus escutassem suas orações e que a delegação voltasse com boas notícias. O jornal da cidade ''Weimarische Zeitung'' relatou:'' sob os toques dos sinos , a praça toda reunida por direito a paz , antes que os  cubos caissem sob a Alemanha. Todos quietos, jovens e senhores, pobres e ricos. Nos corações de todos , que se encontravam na praça , encendia o amor e fidelidade...Eles nos querem fazer indigente e desonrados para o futuro.''
Com a chegada da delegação na cidade, todos os representantes dos partidos falavam de '' desonra'' e ''mentiras de guerras''. Eles recusaram, por unanimidade, o contrato e o consideraram como ''vingança maligna'' dos vencedores. Ao mesmo tempo que eles  tinham que reconhecer sua impotência, pois, ou eles aceitavam as exigências ou os aliados colocariam em prática sua ameaça de oculpar a Alemanha. A força motriz desse sufocante tratado de paz, foi sem dúvida o ministro francês de relações exteriores,  Georges Clemenceau.

A FRANÇA QUERIA ESTABELECER NOVAS FRONTEIRAS



Durante as negociações do tratado de paz, Clemenceau tinha o seguinte objetivo; A Alemanha tinha que ceder regiões do leste e do ocidente, seu armamento teria que ser drasticamente limitado, cumprir com as reparações estabalecidas e aceitar um ''sistema de aliança na Europa central'' e que mais tarde seria a ''pequena entente''. Entretanto, a Inglaterra alertou que estariam indo longe demais com o enfraquecimento da Alemanha, isso poderia levar a um bolchevitismo da Europa central e uma França superpoderosa. Apesar disso, Clemenceau tentou avançar com as fronteiras da França até o rio reno. Mas ele topou com a resistência dos Estados Unidos, no final ele teve que se contentar  com uma desmilitarização da Renânia, mas conseguiu estabelecer uma oculpação militar na margem esquerda da  cabeceira das pontes  do rio reno em Colónia, Mainz e Koblenz. O tempo de oculpação foi estipulado em 15 anos. O território de Sarre, que estava baixo o poder da Liga das Nações, depois de quize anos, decidiu , através de um referendo pela permanência. A devolução do território da Alsácia-Lorena para França foi algo que não se pôde nem contestar. A Dinamarca recebeu uma estreita faixa de fronteira do estado de Schleswig-Holstein e a parte da Prússia ocidental, o território da Posen e uma parte da Alta Silésia foram cedidos para reconstrução da Polónia.
A Alemanha perdeu cerca de 15% da produção agrícola, 20% da exploração de minas e de ferro, como também 6% a 7% da indústria de transformação.  Bem como todas as colónias com matéria-prima preciosa e produções naturais exótica. Entretanto as sanções colocadas pelo presidente americano, Wilson, eram ainda mais sufocantes e ameaçadora para a existência da Alemanha. Ele exigia indenizações para todos os danos causado, através da primeira guerra mundial, aos aliados ocidentais. Wilson estava sob pressão da economia americana. A Inglaterra e a França exigiam dos Estados Unidos o reembolso dos créditos cedido para compras de armas. Para os vencedores parecia lógico  tirar proveito financeiro da Alemanha. Por cautela, Wilson não fixou uma quantia exata para as reparações. Segundo ele,  uma ''comissão especial'' iria fazer averiguações. O governo alemão se encontrava em uma situação difícil. Se ele assinasse as condições, a economia alemã estaria exporta a uma bankrott, se ele se negasse, o país seria oculpado e perderia a independência.
No dia 7 de maio de 1919 os aliados entregaram a delegação alemã o tratado. Quando o conteúdo foi revelado, uma onda de protesto se espalhou por todo o país. Contudo, os aliados so estavam preparado para permitir um plebiscito sobre a filiação da Alta Silésia.  Agora, toda Alemanha mostrava resistência. Os militares analisavam com o que eles iriam  se deparar no caso de uma oculpação. Um plano que o chefe-general francês, Ferdinand Foch , já tinha sobre sua mesa. O resultado do estudo teórico se mostrou preoculpante: O chefe do Estado maior , Paul von Beneckendorff e Hindenburg e o chefe do quartel general Wilhelm Groener- ele conduzia a retirada e demobilização das tropas- tinham que mostrar que as resistências eram inútil. No dia 22 de junho, o governo alemão assinou o tratado.
Depois dessa decisão o governo teve que conviver com a constante acusação de ter entregado o país sem hesitar. Uma grande parte da população rejeitaram o partido democrático e foram presa fácil para os grupos de extrema-direita e nacionalismo popular, a frente o NSDAP e seu carismático Führer, Adolf Hitler.

terça-feira, 23 de junho de 2015

A semente do mau - O anti-semitismo na Alemanha e na Europa que daria origem a luta pela criaçao do estado de Israel.

A força da NSDAP de atrair grupo dissidentes que eram anti-judeus, viveu um grande fortalecimento  através da discriminação radical do partido. Se o anti-semitismo não estivesse tão presente na sociedade alemã, Hitler e seu partido não teriam chegado ao poder. No começo do movimento, nem a luta contra o bolchevismo e nem o desemprego faziam parte do programa do partido, mas sim, o anti-judaismo. No começo da NSDAP e durante sua ascensão ao poder, Hitler usou o anti-semitismo latente do povo e teve que reconhecer que esse foi o impulso para o seu sucesso. Ele usou uma circunstância especial ; Ele podia agitar o estado mais católico do Império, na Baviera o anti-semitismo era mais profundo como em nenhum outro lugar do Reich.

Já mesmo em epóca liberal, entre 1849 e 1871, onde não havia discussão literária sobre o tema Judeus, surgiu no parlamento da Baviera, através do chamamento ''povo intocado'' , contra o anti-natural e pós-revolucionária ideologia liberal da igualdade dos direito dos judeus. Um deputado bávaro atacou, através de tom racista,'' a pecularidade do povo judeu'' e alertou para o ''perigo de acolhimento dessa parte da sociedade para o organismo alemão''. Essa postura foi apoiada pela católica. A aversão ao plano ambicioso do governo , sobre igualdade dos judeus , foi relativamente ativado bem cedo na Baviera. talvez como oposição notória ao Protestantismo da Prússia.
O judaísmo sofria o preconceito até mesmo em campos tido como liberais, como em Hamburgo  onde o deputado e jornalista Wilhelm Marr foi derrubado. Ele acentuou no seu  >Judenspiegel< ''a diferença de raça entre os germânios e os orientais'', mas ele nao levantou nenhuma objeção ao ''a destruição carnal''. Ele justificava que o matrimónio misto acelerava a ''germanisação'' dos judeus. Muitos democrátas não concordaram com Marr e se afastaram dele. Em 1879 Marr usou pela primeira vez o termo ''anti-semitismo'' no seu panfleto '' a vitória do judaísmo sobre o teutonos''.

A época dourada.

Para a maioria dos políticos liberais, a igualdade para os judeus ficava uma máxima ambiciosa. Em 1861 o estado de Hamburgo garantiu os mesmo direito para a população judia e não-judia. O mesmo exemplo seguiu, em 1862 , Baden, em 1867, Bayern e em 1869 a federação norte da Alemanha. Até 1871, todos os outros estados da Alemanha também reconheceram. Os próximo sessenta anos , foi como uma época dourada para os Judeus na Alemanha, apesar que ao mesmo tempo aumentava as posições anti-judaica em todos os círculos da sociedade e a literatura anti-semita. Em 1890 , Hermann Ahkwardt, escreveu a '' A batalha desesperada do povo ariano contra o judaísmo''   onde ele alertou para o crescente aumento de ''poder'' dos judeus e da uma conspiração para dominação do mundo. Poucos dias depois, diante do parlamento, Ahlwardt exigiu a exterminação dos judeus. Em 1892, Karl Paasch, exigiu o mesmo. Como isso era impossível em um estado de direito como era o império Alemão, ele sugeriu deportar todos os judeus para Nova-Guiné. O nacionais socialistas se apossaram desse pensamento e depois da vitória sobre França, eles queriam expatriar os judeus para Madagaskar. Ahlwardt era professor. Nessa época o anti-semitismo é bem difundido entre os magistério. Eles davam aos alunos suplementos para aumentar a intolerância e ódio racial, através de livros, planos de ensino e aulas que mais tarde foram usados por Hitler no seu movimento.

Richard Wagner, o anti-semita:




O grande músico Richard Wagner não escondia sua antipatia pelo judeus. Ele causou polémica ao comentar sobre ''o judaísmo na música'', onde ele declarava que os judeus eram incapazes de desenvolver uma arte com qualidade. Na sua opinião, as músicas nas sinagogas não passavam de uma ''tacarelice confusa sem sentido e espirito''. Para ele a verdadeira música era ''produto do cristianismo''.
Ainda não está claro o que levou a Richard Wagner a desistir do seu engamento pela emacipação dos judeus em 1848 e a partir de 1850 a tomar uma postura hostil. Porem Wagner e seu circulo não tinham muito importância no que se refere a disseminação do racismo e anti-semitismo.
O rei Ludwig II construiu, na cidade de Bayreuth, uma casa de festival para Wagner, que se tornou em um centro para glorificar o Ideal Germânico. Na ópera ''Lohengrin'' e ''Parsifal'' ele estabelecia uma ligação entre o cristianismo e a mitologia germânica. Com isso ele elevou os alemães a um estato de '' guardiões do Santo Graal'' e estabeleceu um novo modelo de identidade. Graças a Wagner, Bayreuth se tornou uma espécie de Mekka  da música germânica. Depois de sua morte, sua mulher Cosima, cuidou desse nimbo e posteriomente sua nora, Winifred, também. A casa era sempre frequentada por pessoas da mais alta sociedade, o imperador Wilhelm I e II, assim como Hitler e seus seguidores mais próximo.

Com medo e preoculpação:


Apesar dos judeus terem a igualdade assegurada pela constituição do império alemão, eles viviam sempre baixo o medo e preoculpação  por sua existência. O exército e administrações oficiais, tinham sua prática de exclusão dos judeus asseguradas pelas uniões anti-semitistas. O desejo de ter um estado só para eles, onde eles poderiam viver no meio de pessoas da mesma religião, estava a cada dia ficando mais forte. O advogado Max Isidor Bodenheimer e o comeciante David Wolffsohn da Lituânia, fazia um chamamento a união de colónia para formentar a agricultura na Palestina, um ano antes do Jornalista de moda Theodor Herzl de Budapest, desenvolver a ideia, em 1896 na cidade de  Viena , de um estado Judaico na Palestina.
Herzl foi revolucionário para o sionismo. Por sua iniciativa, aconteceu em 1897 em Viena o primeiro congresso sionista. Pouco depois surgiu na Alemanha a revista ''Der Zionismus''. Eles delineavam o objetivo do sionismo;'' O sionismo aspira uma solução para o problema dos judeus, através da fundação de uma estado público que servisse de abrigo para os judeus, que não podem viver ou ficar em seus países de origem - o sionismo aspira a volta de uma grande parte do povo judeu para as terras, que historicamente lhes foram dedicadas. '' O nacional socialismo iria , depois da tomado do poder, com muita ênfase , recorrer a esse programa.



Artigo escrito através de pesquisas e com o apoio do livro ''Knaurs Bildatlas-Drittes Reiches''

segunda-feira, 22 de junho de 2015

O nacional socialismo, o anti-semitismo e a política de raças não foram criada por Hitler.



Depois que a extrema direita revolucionária tomou o poder no estado da Baviera, a instauração de um departamento de notícias nas forças armadas do reich bávaro ficou ligado. Esse departamento realizava tarefas de anti-bolchevismo, vigiava a população e elaborava oficios. O comandante do centro era o capitão Karl Mayr. Ele percebeu o talento de Hitler como orador e o levou para o sua divisão. Hitler era o enlance , espião que estava em vários eventos político em Munique e procurava atividades bolchevistas. Para se formar como um V-Mann, Hitler participou de um curso na universidade de Munique. Aqui ele descobriu seu talento de encantar ouvintes. Mayr deu forças a Hitler e logo quando esse juntou todos os poderes em si , ele se tornou um de seus simpatizante mais ferverosos. Entretanto com o decorrer da guerra, Mayr se tornou um forte crítico de Hitler. Em 1945 ele foi morto no KZ (centro de concentração) de Buchenwald.

Com fevor, Hitler se dedicava a nova Tarefa. Ele agia com muita pensonalidade na hora de fazer a separação das tropas. que graças as informações do departamento de notícias, conseguia fazer, atrávez de trabalhos de iluminismo, que políticos de pouca confiança e que mostrassem bolchevismo e espartaquismo, desenvolvessem uma mentalidade nacionalista e anti-bolchevismo. Como arma principal do seu arsenal de demagogia, ele usava vocabulário anti-semitista. O ataque raivoso que ele usava contra o judaísmo, espantava até seus superiores. Eles temiam que as forças armadas fossem acusadas da perseguição aos judeus e alertaram que Hitler deveria reduzir seu anti-semitismo.


Durante a mundaça do século,assim como uma grande parte da população de Viena, predominava na Baviera um malvado sentimento anti-judeu, já antes da primeira guerra. Com acusações recorrentes, os judeus levavam a culpa de ter provocado a guerra e também pela derrota. As pessoas diziam que eles eram agiotas da guerrta e agora, nesse momento amargo de nescessidade, eles continuavam negociando de maneira horrosa. '' Só poderemos pensar em uma Alemanha revivida, depois que nos livramos desse bicho pérfido e traiçoeiro. '' Era o que dizia um informe do departamento de notícias das forças armadas, Reichwehr.

Hitler não levou a sério as advertência dos seus superiores. Ao contrário; Suas agitações anti-judaicas lhe trouxe fama e lhe transformou em um especialista no tema judaísmo. No outono de 1919, Mayr lhe deu  a tarefa de pesquisar a relação entre os judeus e o governo social-democrata. No dia 16 de setembro de 1919 Hitler apresentou sua posição;O anti-semitismo não basea-se na emoção. Disse ele , '' se não no reconhecimento da realidade''. Judaísmo não é religião , mas sim uma raça, e um anti-semitismo emocional gera o pogrom (perseguição das minorias). ''o anti-semitismo da sensatez'' entretanto leva a ''eliminação'' de todos os direitos dos judeus. '' seu último objetivo tem que ser a inamovivel eliminação dos judeus como um todo. '' Assim termina Hitler. Nesse pequeno relatório, Hitler se mostrou ideologico; se expressava com um mingau de idéias confusas, que se baseava nos estudios e livros correspondetes. Mais um ponto debil, mostrou as escritas de Hitler; nem ele e nem o NSDAP ( partido nacional socialista alemão) eram capazes de desenvolver ideias.  As ideológias do NSDAP não passavam de um conglomerado de opiniões e parecer irracionais, que tinham sido espalhadas por biólogos, historiadores e filósofos no século 20 e no principio de três pilares; 1- da idéia do darwinismo social >da luta por existir< e da seleção dos fortes sobre os fracos; 2- da nescessidade da batalha pelo >espaço vital< e 3- o rascismo fundamentado no anti-semitismo.
Essa pseudocientífica ideología altamente estilizada do nacional socialismo não era somente uma criação obscurante estafúrdia ou esotérica - como do excêntrico Jörg Lanz , de quem apartentemente Hitler tirou essa ideias,ou Guido von List-, mas de honrados cientistas.
Assim como o médico Wilhelm Schallmayer, nascido em 1857 , avaliava as pessoas de acordo com a sua últilidade social. Para produzir pessoas úteis, o estado tem estabalecer e comandar  a  reprodução. Assim dizia Schallmayer. A mulher tem o papel, como cônjuge e mãe, de da a vida a varias crianças. Sobre os quais, teriam sua saude controlada pela higienação de raças, que poderiam ser percebidas pelos laços pessoais biograficos familiares. O medico, reivindicava a esterilização corporal e de enfermos mentais e a internação forçada.
Alfred Ploetz, nascido em 1860, e Alexander Tille , seis anos mais novo, iam mais adiante. Eles propangavam abertamente o valor da raça germanica e exclusão dos doentes e fracos. Ploetz prescrevia a idade que um casal poderia se reproduzir. Os nascidos muito tarde ou gêmeos deveriam ser mortos. O agricultor Alexander Tille, antecipou radicalmente um programa de eutanásia. Para ele, pessoas que provocassem pena nos demais, não direito de esta aqui. ''É um direito dos mais forte exterminar os mais fracos.'' Assim dizia Tille. Ele ainda acrescenta; ''Se esses não tiverem a capacidade de se defender, também não tem
 o direito de existir.''

O ponto semelhante defendeu Hitler poucos dias antes de se suicidar em abril de 1945; '' o povo alemão se mostrou como o mais fraco e por isso eu prefiro perecer''.

Ideias obscuras se tornam realidade.

O professor de filosofia Christian von Ehrenfels defendia a poligamia e a inseminação artificial. Outro cientista, o quimico Willibal Hentschel, fundou em 1906 a > Mittgart-Bund <, uma liga onde casais escolhidos matinham um matrimónio por um período determinado e suas gerações deveriam crescer em comunidade rurais.

Muitos leterarios não compartilhavam das obscuras ideias do darwinismo social . Apartir  da metade século 20 , Felix Dahn, Gustav Freytag,Hermann Burtes e muitos outros começaram a idealizar , o germanismo. Ernst Wachler criou em 1907 em Harz, um lugar de culto, onde ele enaltecia heróis germânicos. Com ideias semelhantes, o nacional socialismo planejava construir, perto de todas as cidade grandes, palcos ao ar livre.

O escritor e diplomata francês Joseph Arthur Comte de Gobineau,pertencia a um dos mais eficazes  propagandista do pensamento populista e da Germanenkult (culto germânico). Em 1853 e ele apresentou um tese sobre as diferenças de raça. Para ele, a raça não se diferenciava somente corporalmente, mas também mentalmente. Ao mesmo tempo que ele tentava provar a superioridade da raça ariana. Sua tese teve efeito sobre Friedrich Nietzsche, Richard Wagner e do britanânico Stewart Chamberlain.

O nacional socialismo prestigiava o filósofo cultural Paul Anton  de Lagarde,  berlinês , nascido em 1827 , mesmo que  ele não venerase o racismo. Lagarde falava aos fundamentalistas e  fazia duras críticas a igreja do seu tempo, que para ele teria se distanciado dos ideais de Jesus. Toda religião deveria estabelecer uma reflexão de estado-política. O nacional socialismo tentou realizar as ideias de Lagarde, com o projeto >Deutsche Christen(alemães cristão)< entretanto não deu certo. Lagarde justificava sua antipatia pelo judaísmo, dizendo que uma nação não podia ter duas almas. Para Lagarde, os judeus poderiam , através de atitude nacionais, compensar sua alteridade religiosa. Se eles não tivessem aptos para isso, deveriam ser deportados para o leste ou expatriados para a Palestina. No seu livro de 1887 ''juden und indogermanen'' ele acusava os judeus de terem orgulho racial e os comparava  com insetos: ''com bacilos e triquinos não se deve negociar, triquinos e bacilos não serem educados, eles devem ser aniquilidos o mais rápido possível''. Lagarde aspirava o domínio da Alemanha na europa central e oriental e que a Austria não seria nada mais do que uma colónia alemã.

A ideia de expadir a Alemanha para o leste, ficou na cabeça de muitos. No começo da primeira guerra mundial, um professor da faculdade de agricultura da cidade Hohenheim, em Württemberg, exigia que o chanceler aumentasse as fronteiras da Alemanha mais para o leste e disponibilizasse as terras conquistas para o povo Alemão urbanizar. A ampliação dos terriotórios  para leste, era um dos principais objetivos do supremo comando militar e pesistiu até o fim da guerra. Hitler seguia esse plano, até que os soviéticos cercaram Berlim.

O historiador berlines, Heirich von Treitschke, causou uma forte repercussão por causa da sua postura anti-judaica. No ''anuários prussianos'' ele seguia o partido dos anti-semitistas;  ''no meio da mais alta fundação, entre os homens mais intolerantes com a igreja e repulsa ao orgulho nacional, eu declaro hoje que os judeus são nossa maior desgraça. '' Escreveu Treitschke.

Em 1927 Julius Streicher, chefe da circunscrisão territorial do NSDAP, usou esse lema '' os judeus são nossa desgraça'' como príncipio do seu jornal '' o avançador'' . Em todos as páginas estava escrito isso. Até para a mínima calúnia, essa estrofe era cantada.

terça-feira, 16 de junho de 2015

A libertação de Stalingrad foi somente uma demonstração.

No começo de dezembro de 1942, a Wehrmacht se armou para libertar o sexto exército. 150 km tinham que ser superados. Duas divisões já estavam a postos. 

                                                     Foto: Ernst Rebentisch 



Estranhamente  essa foi uma medida tomada por Hitler para dar esperança aos 330.000 soldados que estavam cercados. Mas ele nâo estava pensando com isso que os soldados podiam fugir. A nomeação de Erich von  Manstein ao comando supremo do recem formado grupo, trouxe mais otimismo a tropa. '' Manstein nos vai tirar daqui''. Era uma frase que ecoava a várias semanas.

Erich von Lewinski (1887-1973), que herdou o nome Manstein dos seus pais adotivos, era o melhor general estrategista de Hilter. O históriador americano Robert M. Citino o colocou no primeiro lugar dos grandes chefes de soldados, atrás de 7 do antigo exército da Prússia.

Foi de Manstein o plano Sichelschnitts (traduzido: Corte de foice), com o qual os franceses e os britânicos foram derrotados em poucos dias em 1940. Depois que ele , no comado de um exército, dominou em 1942 Sewastopol no Krim, Hitler o nomeou Marechal. Quando a ordem de salvar a frente oriental chegou a ele,no final de novembro, ele se encontrava perto de Lenigrad, onde ele preparava uma ofensiva.

Tempestade de inverno e trovão

Ligeramente Manstein e seu pessoal desenvolveram planos, para colocar o sexto exército em Stalingrad. Ele via duas possibilidades; Uma era um ataque em duas direções com o objetivo de empurrar a frente que estava em Wolga, como fizeram na grande ofensiva contra os soviéticos no dia 19 de novembro. A exigência era que tivesse mantimentos suficientes para as tropas.

Manstein já se perguntava se conseguiria levar os mantimentos pela ponte aérea, por isso ele desenvolveu uma outra versão, , mais reduzida da ''operação tempestade''. O exército de tanque, que não se encontravam em Stalingrad, deveriam criar um corredor no sudeste.

Esse plano foi rapidamente aceito pelo quartel de Hitler. Certamente ficou ocultado que ao mesmo tempo que o plano daria certo,consequetemente poderia levar a fuga do sexto exército de Stalingrad.

185 grandes ligas do exército vermelho

O chefe do exército dos tanques, Hermann Hot, também apresentou um plano:''propósito: o quarto exército de tanque, deverá substituir o sexto exército.'' Hoth mudou para o leste, o ponto principal para o ataque. Com isso aumentava a distância da sua frente até Stalingrad para 150 km, entretanto ele teria melhores terrenos. Manstein deveria dar apoio pelo lado oeste de Don. No dia 4 de dezembro esse plano foi aprovado.

Hoth tinha previsto para seu ataque dois corpos de taques com sete divisões. Isso era muito menos do que Mansteins teria apresentado a Hitler. Entretanto, até mesmo esse agrupamento  de Forças de combate, mesmo que só no papel, em realidade,se desfez rapidamente.

Os ataques do Exército vermelho no sudeste não diminuia de maneira alguma. Foram calculados 97 divisões e brigadas, em 9 de dezembro já era 185. A curto prazo foi considerado colocar o exército de Hoths em outro lugar , para repelir os ataques dos inimigos.

O exército tinha que ser , muito esforço, guiado  por mais de mil quilómetros. A sexta divisão de tanques, era uma liga que tinha sido completamente equipada na França. Ela dispunha de 160 tanques de guerra modernos- Panzer IV com lango tubo, ao igual que o T 43 dos russos - e 40 Sturmgeschütze(um tipo de tanque) blindados. Além disso foi distribuido os primeiros  ''Tiger''- tanques com 8,8 centimetros de canhão.

A 23° divisão de tanques tinha sido formada na França um ano antes. Ela tinha participado por último no âmbito da primeira divisão do exército na ofensiva do Cáucaso. Depois disso ela só disponha de 30 tanques com qualidade relativa para batalha.

O número de aviões da força se reduziu também drasticamente, em torno de 180 maquinas. Duas esquadras tiveram que ceder no oeste de Don.

''Todos os feitos teriam condenado a operação 'Wintergewitter', ''tempestade'', ao fracasso. ''Opina o historiador Bernd Wegner.


A Wehrmacht tinha auto confiança de ter todas as capacidades de quebrar ocerco.

Essa experência ,  que as ordens de Hitler não levaria a um fiasco, mas que levou, ficou pregada em muitos Generais. Como em Friedrich Paulus , que deixou a reflexão e a responsabilidade para o ditador.





segunda-feira, 8 de junho de 2015

Um pouco sobre Dr. Mengele, o anjo da morte.

Dr. Mengele era responsável  por fazer a seleção dos presos que chegavam em Auschwitz-Birkenau. Ele enviou milhares de pessoas para a câmara de gás. A partir de junho de 1945 ele ficou como médico chefe do setor B II, o chamado "campo dos ciganos". Ele tinha um grande interesse por gêmeos, com os quais ele fazia experimentos bestiais, com intuito de conseguir provas das " características hereditárias".  


" Um casal de gêmeos chamados Guido e Nina , mal tinham completados 4 anos. Dr. Mengele os recorreu, e os devolveu de maneira perversamente mutilados. Eles estavam costurados pelas costas como gêmeos. Ao mesmo tempo que Mengele tinha ligado suas veias. Suas feridas supuravam, eles gritavam dia e noite. Eu me lembro que mãe deles , chamada Stella, conseguiu de alguma forma morfina, para dá fim ao sofrimento dos seus filhos. " ( Vera Alexander, diante do tribunal de Israel em 1985)

Muitas vezes Mengele matou gêmeos de origem germânicas, os Sinti e os Roma, para simplesmente dissecar seus cadáveres. Provas de tecidos e partes de cadáveres eram enviados para o instituto de antropologia Kaiser- Wilhelm-Institut em Berlim-Dahlem para análises científicas, pelo os quais eles sempre o agradecia escritamente. O diretor do Instituto, o Professor Otmar von Verschuer, foi professor de Mengele. " Um vez eu deixou Mengele matar uma família inteira de oito pessoas, simplesmente para ele enviar as diferentes cores dos pares de olhos para o instituto berlinês."

Com fim da guerra, Mengele fugiu primeiro Para Argentina, depois para o Paraguai e para o Brasil, onde, provavelmente em 1979 , morreu afogado. 

Outros médicos da SS também abusaram dos presos ciganos para suas experiências. Assim como o Dr. Horst Schumann, que levava a cabo experiências de esterilização com mulheres e crianças, do campo dos Sinti e dos Romas, através de raios X , que muitas vezes estava ligados a inimagináveis martírios e sofrimentos. 

" Dr. Mengele exerce seu serviço como médico do campo de concentração de Ausschwitz desde de 17 de junho de 1943. Ele realiza as tarefas que lhe são dadas de maneira perfeita e tem dado uma grande cooperação nas pesquisas sobre o grande problema da raça dos ciganos. 
Além disso ele coopera regulamente em trabalhos peculiares. Sua postura como médico e como soldado é impecável".( Moção para a entrega da Cruz de mérito de guerra para o médico da SS , Dr. Mengele)


Na maioria das vezes os experimentos eram autorizados ou ordenado pessoalmente por Heirich Himmler e apoiados pela associação de pesquisadores da Alemanha. No KZ de Dachau e Natzweiler também foram levado a cabo experimentos com presos.

Para as vítimas esses experimentos estavam ligados a martírios inenarrável. Os médicos da SS obrigavam aos presos à inalar gases venenosos, os infectavam com agentes infecciosos ou faziam operações sem anestesia. Os poucos que sobreviveram ficaram com feridas no corpo e na alma. 

Nas conferências , onde eram apresentado os resultado dos experimentos, as organizações dos médicos recebiam informações sobre como esses eram feitos. Mesmo assim não tinha protestos. Depois da guerra pouco dos médicos responsáveis foram julgados. 




quinta-feira, 30 de abril de 2015

Herrmann Göring - o fim do homem que sonhava ser o sucessor de Hilter.



A noite do dia 8 de maio , dia da capitulação da  Alemanha, ele passou no Palácio de Fischhorn perto de Zell am See. Hermann Göring, ex presidente do Conselho de Estado da Prussia, ex designado sucessor do Führer, ex representante do conselho de ministros para defesa do Reich, ex presidente do conselho de pesquisa, ex presidente de aeronáutica do Reich, comandante chefe do conselho para armas aéreas e representante da central de planificação. Esse poderoso homem, agora está  na guarda do general da brigada americana, Robert Stack, ao qual lhe trata com muita educação. Sua mulher Emmy e sua filha Edda estão junto com ele. 

Göring acreditava que nesse dia ele ainda poderia conseguir chegar a um acordo de paz. Ele escreveu uma carta a Dwight Eisenhower, comandante supremo das forças armadas dos aliados no nordeste da Europa, e esperava uma resposta. Ele é um homem se deixa pesuadir e está seguro que conseguira sair bem dessa. Quando está muito nervoso, coisa que acontecia sempre nos últimos dias, toma um comprimido e espera até que a ilusão volte. " Pergunte ao general Stack, se posso levar comigo minha pistola e meu punhal, quando vaia me encontrar com Eisenhower. " Disse ele a um tradutor. " me da igual" respondeu o general. 

Mareshal e general se encontraram um dia antes em Radstadt, a 80 km de Salzburgo. Göring chegou em um Maybach de 12 cilindradas,  blindado. Como em passeio de família com sua mulher Emmy e a filha Edda. Ela vestia seu uniforme cinza com um cassaco. Stack desce do seu sedan e lhe saúda com um aperto de mãos. Ele teve de se justificar depois. Göring se desculpa pelo seu simples uniforme com senhor texano de cabelos brancos . Seus suntuosos uniforme e suas condecorações se queimaram em um incêndio em Obersalzburg. Stack pergunta; " o senhor fala ingles? ". Göring entra no sedan e sussura; " pelo menos  anos vivendo decente".

Hitler avisou que iria dividir o poder das forças armadas em norte e sul, caso os aliados oculpassem o Reich pelo centro. O comando do Norte ficaria nas mãos de Karl Dönitz e o do sul nas mãos de Albert Kesselring. Quando Hitler assinou a ordem, suas mão direita tremiam tanto que ele teve que tentar com a mão esquerda. " Então Göring pergunta se ele pode deixar Berlin; " Meu líder, o senhor teria alguma coisa em contra se eu viajar para Berchtesgaden ?" 


Uma coisa ele tinha conseguido, ele não precisava se suicidar como Hitler e Goebbels ou esperar a derrota em Berlin. No lugar disso ele pegou o caminhou em direção à Mauterndorf, na Áustria, um palácio que pertencia a ele, que ele tinha herdado de seu padrinho Hermann Von Epenstein. Ele lhe deu um sobrenome mas também um problema; o médico de família e o mordomo tinham descendência judia. 

Quando chegou a  Mauterndorf ele enviou seu ajudante Bernd Von Brauchitsch, o qual teve que andar pela redondezas com uma bandeira branca , até que tombou com uma unidade americana para entregar a carta a Eisenhower. Nela , o marechal do Reich, apelava por uma conversa de igual para igual; " eu lhe peço que você me conceda essa conversa em salvo-conduto e que coloque meus entes mais próximos e minha familia baixo a vigilância americana. Por problemas técnico, eu proponho aqui em Berchtesgaden. Mesmo que minha casa esteja destruída, ainda temos os cômodos necessários para isso. "

A vigilancia ele conseguiu, agora uma resposta ele teve que esperar. Não lhe importa que Hilter tenha quebrado relações com ele no seu último dia, não porque ele tenha pedido para "fugir" de Berlin , mas sim por que tentou fazer o que ele sempre quiz ser; Sucessor de Hilter. Também já não lhe importa que Hilter lhe tenha destituído de todos seus cargos oficiais e lhe retirado do partido. General Stack lhe trata distinto, isso poderia ser um bom sinal. 

No mundo de fantasias de Göring seria apropriado que dois senhores da guerra como ele é Eisenhower se sentassem e tivessem uma conversa sensata, do que aconteceria de ali por diante. A pergunta era se a carta teria chegado a destinatário. 

Göring passou mais uma noite no castelo de Fischhorn, mais uma noite ele poderia ter esperança de que tudo ocorreria bem. Então o general Stack o levou para o Grandhotel em Kitzbühel. Ali era o alojamento do 36 divisão de infantaria que pertencia ao sétimo exército americano. Göring agora já não está só sob a guarda americana mas agora ele é um criminoso de guerra preso. 



Na tarde do dia 9 de maio o preso foi apresentado aos soldados americanos em Kitzbühel , os quais fizeram fotos dele de recordação. A impressa ele foi apresentado no dia 11 de maio em em uma vivienda em Augsburg, no alojamento principal do exército americano. Klaus Mann estava lá, ele escreveu que Göring não se mostrava antipático , tinha voz agradável , não demostrava aspecto monstruoso, mas mesmo assim sintilava um ar de maldade nos seus olhos, ele irradiava brutalidade. 

Em 1946, no precesso de Nuremberg, Göring foi condenado à morte por enfocamento. No dia 15 de outubro de 1946 ele se suicidou,  ele mordeu uma cápsula de cianeto de potássio assim como general Friedeburg. 





Fonte; der Spiegel , no. 18 . 25/04/2015 traduzido por mim. 


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Quando os russos oculparam Berlin, eles abusaram de milhares de mulheres alemãs. Margarethe é uma delas.

APRIL 1945, OS RUSSOS OCULPAM BERLIM E ABUSAM DE MILHARES DE MULHERES. MARGARETHE É UMA DELAS. ANTES DE MORRER, ELA FALOU SOBRE SUA HISTÓRIA ENQUANTO SUA NETA ANOTAVA TUDO.



Margarethe tinha 22 anos , quando teve ver como os soldados russos abusavam da sua mãe. Ela se viu desamparada quando os mesmo homens começaram abusar sua tia. Ela não conseguiu evitar que os homens levassem sua irmã.

Margarethe liga para uma amiga, ela não quer acreditar no que está acontecendo.São vários por mulher, eles gritam, agridem e ameançam...

Margarethe se defende. Com 1,60cm ela consegui  fugir por uma janela de vidro, que a tempos já estava quebrada. Talvez ela prefira deixar uma parte do seu amor morrer, do que ser ameaçada e morta. Como enfermeira da Cruz Vermelha Alemã, talvez ela saiba que uma queda do segundo piso não segnifique um pescoço quebrado. Ou talvez ela nem pense nisso mas que  ficar ali não seria uma boa opção. Ela está cansada da vida, cansada da vida em uma Berlim destruida pela bombas. Ela cai e pensa no seu pequeno filho, no qual ela não pode ser mãe  , até agora, uma mãe verdadeira que ela sempre quis ser. O seu corpo sobreviveu  a esse dia.

VÍTIMAS DA GUERRA, VÍTIMAS DAS BOMBAS E DAS AGREÇÕES

Quando Margarethe acorda, ela está na Charité, em uma cama. Nesse momento ela entra em pânico, ela está deficiente. Ela fecha os olhos para esse pesadelo chamado vida.
Margarethe passou várias semanas no hospital, dessa vez como paciente e não como cuidadora. Ela é , apartir de agora, mais uma vítima dentre outras vítimas de bomba, queimaduras, acidentes e da guerra.
Uma enfermeira lhe dá morfina, enquanto um médico lhe reitera que ela tem que ficar deitada para que sua vértebra quebrada possa se curar .
Margarethe resisti. Ela está em sala com vários feridos e tem tempo para pensar. Ela pensa na sua família, no seu pequeno Michael, que ela não pode ver pois ele está com parentes. No seu primeiro bebê que não foi capaz de sobreviver a guerra. Ela não consegui se perdoar de não ter tido leite para seu filho. Pensamentos no seu Gerhard, no seu homem, antes cheio de vida e agora um ser frio por causa da guerra e em algum lugar da Itália. A sua última carta não havia sinais de preoculpação, mas parecia uma carta ordenada por seu capitão, que ela deveria sobreviver e ser forte.

Enquanto ela passa noites se mexendo na cama, cheia de feridas e nojo de si mesma , ela deixa que os comprimidos de morfina vá desaparecendo do seu criado-mudo, para que não se torne uma viciada. Pensamentos de uma enfermeira. Mesmo que pela noite não caisse bombas, ela acordava assustada e molhada de suor ou por causa dos pesadelos dos outros. Quando tudo estava em silêncio, ela escutava os gritos do seu Michael,na sala ao lado. enquanto ela esperava não engravidar dos russos.

ELA NUNCA SE PERDOU POR  NÂO TER TIDO LEITE PARA SEU BEBÊ.

 No dia 15 de maio ela completa 23 anos. Uma idade onde, normalmente a parte séria da vida começa. Para ela , ainda não está claro que seu país tenha ido tão longe. Onde tudo era tão rosado a anos atrás. Se ela sobriver tudo isso, ela não quer nunca mais passar fome. Pelo menos ela não tem mais medo da morte, pois ela viu tudo de ruim que uma pessoa pode ver nessa vida; à última vez, a algumas semans atrás.

Sona o alarme de bomba. Ela corre para dentro do porão para se proteger dos ataque aéreos. Uma mulher desconhecida e que tava ferida lhe colocou seu bebê nos seus braços, no pensamento que Margarethe o passase adiante. Atráves de um pequeno buraco ela ver um pedaço do cérebro da criança. Ela passa o bebê para um Hitlerjungen, esse levou o bebê para um hospital.

Um dia antes que os russos chegassem em Bergmannkiez, ela viu a mulher desconhecida com seu bebê . Margarethe salvou uma criança, mas mesmo assim ela não tinha prazer nisso.
Ninguém ajudou a ela quando ela não tinha leite para seu filho. Mas ela não culpa ninguém. Cadáveres, bombas, saques, medo da morte, assassinatos,miséria... tudo isso ele teria presenciar. Em 2 de maio  o último comando de Berlim se rendeu, a batalha acabou. Margarethe também se rendeu, como mulher, ela perdeu a batalha contra os russos.

Duas semanas depois,em um maio abafado, agora já com 23 anos, mas sem nenhum motivo para comemorações, ela vai para fora fazer exercícios para voltar a andar. Um médico jovem a observa, como ela cai e volta a se levantar sem ajuda. Ela soa muito, senti muitas dores, sobretudo no seu ventre, que havia sido raspado por medidas de segurança, por causa de um aborto e de sífilis.
O médico lhe oferece um cigarro e pedi para ela não inalar. Ele sabia que ela não tomava comprimidos para dor. Ele a abraça, ela se sente protegida.

Por um momento tudo está bem. O ''Führer'' está morto. Mas mesmo assim ela tem medo quando pensa na  sua casa. A sua vivenda na rua Baruther, perto do cemitério, não passa de escombros e fumaça. Desde da visitas dos russos, sua mãe e sua tia vivem com conhecidos em Köpenick. Sua irmã Gerda agora conseguiu um trabalho.

SEM VONTADE MAIS DE SER MULHER

Chega o dia sua alta do hospital.
Ela não sabia que o pior não tinha acabado. O verão era muito quente.. Mulheres destroçadas encontravam soldados traumatisados. Margarethe espera por Gerhard, os primeiros desertores chegaram, se escuta quando alguns falam de prisão de guerra.
Nenhum desses homens são mais como antes. Principalmente seus corpos. Eles estão pálidos e quase invisível.

Sua mãe mal fala, mal come. Ela perdeu a vontade de viver. Sua tia também prefere não falar e passa a maior parte do tempo trabalhando sobre os escrombos. Sua irmã trabalha como doméstica para as tropas americanas, em troca de um teto e comida. Ela tem um plano, ela quer dá as costas para a terrorisante Alemanha e ir para américa e encontrar um marido.

Antiguamente elas compartiam tudo uma com a outra, mas guerra deixou uma marca na sua vida .Toda intimidade e confiança está destruída. Margarethe e Gerda já nem se abraçam mais como antes. Aproximação corpo a corpo e a afeição familiar já não existe mais. Somente lembranças.

As quatro mulheres da casa, não falam sobre a visita dos russos e nem do que a violação provocou. Com só em olhar nos olhos de outras mulheres, Margarethe já percebe que elas também passaram pela mesma desgraça. Elas tomam o feito dos russos como punição pela guerra sobre seus próprios corpos. Como penitência, a capitulação dos seus corpos diante do inimigo. Quando sua mãe morreu de fomen no inverno de 1945, a raiva e rancor pelos russos aumentaram. Mas então ela decidiu não olhar mais para atrás. Seu segundo filho, Michael, agora está com 2 anos. Ela quer tentar ser uma boa mãe apartir de agora.

O pensamento em voltar a ser mãe, está distante. Talves um dia ela queira ter uma filha, como ela sempre desejou. Uma menina poderia ser a salvação do seu matrimónio, que se tornou um fardo provocado pela trauma da guerra. Gerhards também não gosta de falar do sofrimento nos campo de batalha.


Texto publicado hoje pelo site Welt.de e traduzido por mim.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Apesar de todos os riscos, por que os judeus não fugiram antes do regime nazista?


Desde que  Hitler chegou ao poder no dia 30 de janeiro de 1933, os judeus passaram a viver sob constante ameaça. O anti-simitismo era um dos principais pilares da ideologia nazista. Entretanto ninguém sabia se a ameaça iria pesistir e muito menos no que iria resultar: o holocausto.

TERROR DO ESTADO

As primeiras medidas do regime nazistas contra os judeus já começaram no começo do ano de 1933. Apartir do dia 1 de abril, foi estabelecido o boicote ao  dos judeus. A população foi convidada a boicotar bancos, escritórios de advogados, clínicas, armazéns e qualquer outro comércio que pertencesse a judeus. SA und SS ameaçavam com violência qualquer pessoa que quisesse entrar a algum desses comércios. Essa açao deveria mostrar aos judeus que eles já nao faziam parte da sociedade alema. Entretanto a maioria dos 525.000 judeus da Alemanha acreditavam que o anti-semitismo , distúbios e violência seriam temporário e que logo tudo voltaria ao normal. Apartir de 7 de abril de 1933 ,depois do boicote, seguia mais uma medida para limitar os direitos do judeus perante a sociedade. Com a lei para reestabelecimentos de profissões quem não fosse ariano não poderia mais ter uma profissão oficial. De acordo com esse paragráfo, era considerado ''não-arianoDesde que  Hitler chegou ao poder no dia 30 de janeiro de 1933, passaram a viver sob constante ameaça. O anti-simitismo era um dos principais pilares da ideologia nazista. Entretanto ninguém sabia se a ameaça iria pesistir e muito menos no que iria resultar: o holocausto.


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 A PRIMEIRA ONDA DE EMIGRAÇÃO

A soma dessa medidas levaram a primeira onda de emigração dos judeus da Alemanha nazista. Ela começou logo após a tomado de poder e foi até o ano de 1935.  Se mostrava uma emigração principitada, que iam com ilusão de retorno assim que chegasse o fim do naciona-lsocialismo. O destino desses emigrantes eram sobretudo países vizinhos. Poucos iam para países ultramar. Eles quase não tinham planos para de se estabelecer no exterior, eles queriam mais era fugir da repressão. Com a diminuição do terror contra os judeus e a esperança de tempos mais tranquilos, fez com que essa emigração diminuisse. Em 1934 depois da ''Röhm-Putsch'' muitos judeus poderam viver, sob algumas circustâncias, na Alemanha.

A SEGUNDA ONDA DE EMIGRAÇÃO

Com o decreto da lei ''Nürnberger-Gesetze'' em setembro de 1935, as coisas começaram a piorar. Apartir de agora eles eram considerados pessoas com menos direitos. Era considerado ''voll-juden'' (completo judeu) aquele que tivesse um ou dois avós judeu. Quem tivesse três avós, mesmo que não fosse judeu ou fosse casado com algum judeu era visto como ''mischling''(misturado) e com isso era um cidadão com menos direito. Com a ''lei de proteção do sangue alemão e do matrimónio'' ficou proíbido o casamento de não-judeu com judeu. Isso levou a segunda onda de emigração, logo depois que o número de judeus emigrantes tinha diminuído. Ao mesmo tempo aumentava a emigração dentro da Alemanha. Muitos saiam de cidade pequenas para cidades grandes fugindo da campanhas difamatória e para tentar viver no anomimato. Entretanto isso não resolvia o problema e a única solução era emigrar para o exterior. Depois do pánico provocado pela pela primeira onda de emigração, essa segunda era relativamente regulada. Organizações alemãs e judias de emigração oferecia apoio para a viajem.

Existia dois tipos de emigração na Alemanha; organizada e a desorganizada. A fuga através de uma organização tinha mais chances de ser bem sucedida. Dois grupos de redes organizada - comunistas e sionistas - tentavam ajudar a seus partidários na fuga. Eles ajudavam, por exemplo, desde de elaboração de documentos falços, depois em esconderijos até no momento da fuga. Os sionistas se preoculpavam mais com crianças e jovens judeus. Desse modo foi que uma organização de jovens sionistas conseguiram, por exemplo, transportar 10.000 crianças da Inglaterra para Palestina. De resto, a chance de fuga atráves da ajuda do sionistas era pequena, pois a emigração para Palestina era proíbida pelos britânicos. Por isso muitos eram enviados para países como a Holand, Inglaterra e Dinamarca. A típica emigração judia acontecia dentro da própria família. Quando isso não era possível, muitas crianças foram mandadas sorzinhas para exterior, frequetemente para parentes distantes. Muitas famílias só puderam se reencontrar  ao fim da guerra.




CONSEQUÊNCIA DA EMIGRAÇÃO

A emigração para um país estranho ameaçavam não somente as economia dos judeus mas também dificuldades administrativas e obstáculos políticos que foram impostas por alguns países que recebiam esses imigrantes. A perda de status já era esperada, já  que em grande parte dos casos faltava qualificação profissional. Tudo isso e a demora por compreender a situação, fez com muitos judeus demorassem a tomar a decisão de emigrar.
A grande ligação com a sua terra, fazia muitos judeus alemães esperar antes de começar as formaldiades para a emigração. Além disso muitos deles não tinham estruturas para uma emigração em massa. O problema estava enraizado na germanidade, as desfavoráveis estruturas profissionais e a super marcante velhice da comunidade. Muitos países aceitavam somente determinados profissionais. Nos anos 30, a crise mudial ainda prevalecia. Além disso o tempo de receber refugiados políticos e religiosos , de braços abertos, já tinha acabado muito tempo. Nos anos 20 muitos países queriam povoar seus territórios ultramar. Nenhum país queria aumentar seus proletariado, ameançando suas finanças com emigrantes sem nenhum meios. Foi uma grande tragédia para judeus, que viviam no tempo onde prevalecia o poder do nacional-socialismos, que por causa da crise mundial, a possibilidade de emigração fosse tão pequena como nunca antes.

CONFERÊNCIA DE EVIAN


A conferência de evian em julho de 1938 foi dedicada ao problema dos emigrantes judeus alemaes. O convidado era o presidente Roosevelt. Na conferência ficou decidido, com vaga garantía, que as cotas de imigração deveriam ser esgotadas. Mas de verdade não mudou nada que possibilitasse a emigração dos judeus que fugiam dos poderes de Hitler.

RECEBIMENTOS NOS EUA

A maioria dos países recebiam apenas pequenas quantidade de refugiados. Isso não mudou depois da conferência de avian. A única excerção foi os EUA que se abriu para uma grande quantidade de emigrantes judeus. Para isso era nescessário um causão que deveria ser garantido por algum parente que vivesse nos EUA. Entretanto essa cota ficou estagnada, pois até para aqueles conseguiam esse causão ainda tinha o tempo de espera que demorava muito.

CONTRADIÇÅO DA POLÍTICA NAZISTA

A emigração de judeus foi forçada e ao mesmo tempo freada  pelos nazistas. Até que a ''nürnberg gesetzen''  não existia um questionamento para quem era judeu ou não. Depois disso o objetivo era empurrar os judeus para outros países. Eles foram excluídos do meio da sociedade  e da economia. Essa represão resultou na onda de emigração. Além disso tinha a massiva pressão da Gestapo. A confiscação de bens e os altos impostos e gastos atrapalhavam os planos para emigrar. Com isso somente judeus com grande fortunas podiam emigrar legalmente para outros países.

A TERCEIRA ONDA DE EMIGRAÇÃO

Durante a ''Juniaktion'' ,em 1938, 1500 homens judeus foram presos e mandados para os KZ(centro de concetração). Só poderiam ser libertos se algum membro da família mostrassem meios para emigrar, isso deveria ser feito direto nos KZ. O ponto auto da escalação da medidas anti-semitismo aconteceu durante a ''reichspogromnacht'' em 9/10 de novembro de 1938. Na Alemanha inteira, homens da SA e da SS  encendiaram sinagogas, montra de comercios judios foram depredadas, casas de judeus foram demolidas e seus moradores abusados.  Depois dessa noite de terror mais de 91 pessoas morreram, 267 sinagogas e 7.500 comercios foram destruídos. No dia 10 de novembro 30.000 homens judeus foram mandados para os KZ. Tudo isso e as desapropiaçÕes forçaram os judeus a emigrar. A emigração, que antes estava ordenada, agora vivia colapso. Apartir de agora era que'' salve-se quem puder.'' As cotas de imigração, colocadas pelo países, foram esgotas em poucos dias. Agora não tinha mais caminhos para os judeus. Especialmente as mulheres se esforçavam para conseguir os papeis e tentar libertar seus maridos do KZ, coisa que era quase impossível. Países como Cuba, exirgiam um quantia de dinheiro como capital, que devido a política de divisas do governo alemão, só podia ser provada atráves de paretes ou amigos estrangeiros. O comércio ilegal de passagens e visados aflorava. Um passaporte só podia ser solicitados depois que autoridades verificassem que todos os impostos tinham sido pagos e os ''Reichfluchtsteuer''(sumida de capitais) também. Além disso foi exigido dos judeus 1 bilhão de Mark pelos estragos da ''Reichspogromnacht''. Liquidar essa soma foi difícil para os judeus alemaes, pois apartir do final de abril de 1938 suas fortunas foram confiscadas.

A SEGUNDA GUERRA

Com o começo da guerra, ficou mais difícil emigrar. O caminho atráves do oceano atlántico foi muito afetado, pois somente companhias de navegação espanholas , portuguesas, argentinas e chilenas tinham o direito de ao transportes de civís. Com a entrada da Itália na guerra no verão de 1940, o mar mediterráneo se encontrava também em guerra. Com isso era impossível o embarque nos postos da Itália e da Grécia.  Através da Itália era feito o caminho ilegal até a Palestina, com isso esse caminho estava fechado. Com o ataque a União Soviética, o caminho para Ásia através da Transibéria, também estava fechado. De lá havia a possibilidade de viajar até Shangai ou Hongkong.

PROÍBIÇÃO DE VIAJAR

Em 23 de outubro de 1934 foi decretado a proíbição de viajens. Objetivo agora não era mais expulsar os judeus da Alemanha mas aniquilar o judaísmo. A preparação para as deportações começaram 1941. Em 21 de novembro de 1941 começou a expatriação de todos os judeus alemaes. Eles fizeram de todos os refugiados pessoas sem pátrias, isso fazia a entrada em outros páises mais difícil.
Oculpação de outros países europeus, fez com que judeus que tinha emigrados antes, tentassem agora emigrar para mais longe. Isso aconteceu principalmente depois da queda da França em junho de 1940. Uma nova onda começou agora atráves dos pirinéus em direção a Espanha e Portugal e de lá para países ultramar. Poucos quiseram ir para países neutro como Suécia e Suiça. Mas nem todos conseguiam fugir. Poucos conseguiram sobreviver com falsos documentos ou escondidos. Muitos foram deportados, depois que o país que lhes receberam terem sido oculpados. 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A revolta dos oficiais; um grande error que poderia ter mudado a história da humanidade.

NO DIA 20 DE JULHO DE 1944 EXPLODIA UMA BOMBA NO QUARTEL PRINCIPAL DE WOLFSSCHANZE. SOMENTE UM EXPLOSIVO É ATIVADO E HITLER SAI SOMENTE COM FERIMENTOS LEVES. CLAUS SCHENK VON GRAFF ACREDITAVA, COMO MUITOS OFICIAIS DO EXÉRCITO, QUE A GUERRA JÁ TINHA SIDO PERDIDA A MUITO TEMPO. SE TIRASSEM HITLER DO PODER, PODERIAM NEGOCIAR COM OS ALIADOS.



"A reunião foi adiada para meia hora mais tarde." Essa informação faz o coronel Claus Von Stauffenberg suar de nervosismo e quase desistir do seu plano. Inquieto ele olha para sua pasta. O general a sua frente, Wilhelm Keitel, nem desconfia do que tem ali dentro; dois pacote de explosivos. É uma manhã de 20 de julho de 1944, uma quinta-feira. Stauffenberg e seu oficial adjunto, Werner Von Haeften, se encontram no quartel principal de Wolfsschanze , na prussia oriental. Os dois só tem um objetivo; matar Hitler... Para isso Stauffeberg tem que agir rápido. Depois de pensar rápido, ele toma uma decisão dificil; agora ou nunca. Por causa do calor ele pediu permissão à Keitel para trocar de blusa. Em uma sala ao lado da sala de reunião, o general ativa imediamente o contador explosivo. Problema; Stauffenberg não tinha uma mão direita e lhe faltava dois dedos na mão esquerda. Haeften teve que lhe dá assistência. Os batimentos cardíaco dos dois homens estão a mil o tempo está passando. Em 15 minutos começa a reunião. De repente alguém bate na porta; " o líder está vindo."  Stauffenberg não tem mais tempo, nem para ativar o segundo explosivo. Na pressa ele comete um erro fatal; ele só colocou na pasta um único explosivo e deixou o outro pacote com seu adjunto oficial. Minutos depois dele sai da barraca após deixar a pasta debaixo da mesa, perto dos pés de Hitler. As 12;42 a bomba explode. Quatro pessoas morrem. Hitler não estava no meio das vítimas. 
Especialistas são unânimes em afirmar; não precisava de detonadores, um quilo a mais de explosivo era o suficientes para matar todos que estivessem na barraca, inclusive o ditador. O segundo pacote teria explodido e teria intensificado a força da primeira detonação. Resultado; " A morte de Hitler teria acelerado a derrota da Alemanha." Afirma o historiador Alexander Demandt. Cidades como Dresden, Munique, Colônia ou Berlin teriam sido poupadas e milhares de judeus teriam sobrevivido. 

Tudo já tinha sido preparado para mudança de poder. Com o nome " operação Valquíria " o exército tomaria o poder em um dia e meio. O regime de Hitler seria derrubado, os SS e a Gestapo seriam eliminados. O general Ludwig Beck seria imperador e Carl Friedrich, na época prefeito da cidade de 
Leipzig, seria o chanceler. O novo governo teria iniciado as conversações de paz mais rápidamente e as condições da capitulação teria sido mais suaves. A única coisa que faltava era a morte de Hitler, mas isso não aconteceu. Nesse momento a morte de Hitler mudaria completamente o decorrer da história. Não somente na Europa, mas também no Pacífico , guerra terminaria mais rápido, já que os aliados poderiam ter juntado suas força na batalha contra o Japão. O primeiro ministro japonês, Kuniaki Koiso, certamente teria apresentado um plano de paz aos Estado Unidos para defender sua hegemonia no sudoeste asiático. A bomba atômica em Nagasaki e Hiroshima também não teria acontecido muitas vidas de civis japoneses teriam sido poupadas.
Entretanto ocorreu o contrário; o atentado foi um fracasso, Stauffenberg e seu adjunto foram condenado à morte horas depois e a guerra fez estragos quase um ano mais. Ao mesmo tempo  até o fim da guerra custou a vida de mais de 3 milhões de alemães, o mesmo tanto de 5 anos atrás. 



sexta-feira, 3 de abril de 2015

70 anos da libertação do Campo de concentração de Buchenwald. Conheça a história desse KZ no meio da Floresta da Turíngia.


BUCHENWALD
Apenas poucos quilómetros separam Weimar, a cidade dos ''poetas e pensadores'', de Ettersberg, onde esta o centro de concetração de Buchenwald. Uma terrível contradição a cidade clássica e que mais tarde se tornaria o lugar simbolo para a DDR(República Democrática da Alemanha) com seus fundamentos e doutrinas anti-facista. 


No dia 15 de julho de 1937chegavam os primeiro presos a Ettersberg. Sob a vigilância dos homens da SS, eles começaram a desbravar a floresta para construir o campo de concentração. Em Buchenwald foram presos oposionistas do regime, pessoas com antecedentes penais, sem-abrigos, homosexuais, ciganos e no final muitos judeus. O grupo maior era de presos políticos. Logo que começou a guerra começaram a vim também presos de guerra e pessoas para trabalho forçado.


Entre 1943 e 1945 o número de presos permanentes pula de 11.000 para 110.000, já que quase no final da guerra, quando Ausschwitz e Groß Rosen foram evacuado, alguns presos desse KZ (centro de concentração) foram levados para lá.
Buchenwald não faz parte da categoria de campo de extermínio, mesmo assim foram praticado , sistematicamente, assassinatos de presos. 
Apenas poucos conseguiram fugir. Mais tarde o escritor Jean Amery escreveu: '' o último dever dos presos era somente morrer.'' Nos anos entre 1937 até 1945 morreram em Buchenwald mais de 56.000 pessoas.



A existência de barro, argila e pedreiras em Buchenwald foram determinantes para a escolha desse lugar como campo de concentração. A extração desses elementos era o principal trabalho dos presos. Mas tarde eles trabalhariam também para as indústrias de armamento. Apertir de 1940 já existia, em uma parte do campo, instalações da empresa alemã de armamentos  DAW(sigla em alemão) com mais de 1.500 trabalhadores. 
Em seguida se instalava alí a empresa de equipamentos e armamentos, Gustloff-Werk II com mais de 4.500 mãos-de-obra de trabalhadores presos. 
Alem disso, mais de dez mil presos foram enviados para trabalhar em outras instalações das empresas de armamentos.


Quando em 11 de abril de 1945 as tropas americanas se aproximavam, uma grande parte dos homens da SS fugiram e deixaram o campo com os seus 21.000 presos. Dias antes eles teriam enviado mais de mil para marcha da morte em direção a outros KZ. Os presos conseguiram atrazar a completa evacuação. Integrantes do comite do centro trocaram tiros com os guardas da SS que ainda tinha ficado vigiando, eles abriram o portão principal e oculparam a torre do campo. Assim surgiu o mito de que eles teriam se libertados sorzinhos. 


No dia 12 de abril chegaram os americanos e encontraram muitos internos completamente fracos e do lado deles uma montanha de cadáveres. Chocados com essa imagem, eles obrigaram 1.000 habitantes de Weimar a passear por Ettersberg e presenciar a dimensão daquele horror que acontecia na sua vizinhança. 

Com fim da guerra o campo em Ettersberg não foi fechado. A administração soviética o utilizou , assim como os americanos utilizaram o campo de Dachau, para prender funcionários nazistas. Muitos chegaram alí por causa de denúncias, por engano ou por arbitrariedades políticas. Entre o ano de 1945 e 1950 se encontravam em Buchenwald mais de 28.000 pessoas. Um quarto deles morreram de fome, de frio ou de doenças.


Até o fechamento do campo, no começo dos anos 50, a sua existência não foi ocultada; Mais tarde na DDR o campo, agora soviético, viraria tabu. Somente depois da reunificação e das análizes de documentos soviéticos foi que informações detalhadas sobre isso veio a público.


Depois do fechamento do campo soviético, o SED(Partido Socialista Unificação da Alemanha, sigla em alemão) fez desse KZ um memorial para documentar a vitória do comunismo sobre o facismo. O motivo disso era  que presos comunistas  tiveram um papel importante  na organização  de grupo de resitência e autonomia administrativa que no começo de 1945 organizaram revoltas armada. Como lenda teve o salvamento da ''criança de Buchenwald'', que Bruno Apitz relatou no seu romance ''Nackt unter Wölfen'' (nús sob  lobos)

Apitz passou oitos anos como preso no KZ-Buchenwald, assim como outras pensonalidades conhecida , como Rudolf Breitscheid, Dietrich Bonhoeffer ou Jorge Semprun. O chefe do partido comunista alemão (KPD) Ernst Thälmann foi morto aqui. 








*Texto do site mdr.de em especial sobre os 70 anos da libertação de Buchenwald , traduzido por mim.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Quem tem medo do homem negro? Conheça a história do único homem negro que esteve preso no KZ de Buchenwald.



A história de Gert Schramm começa no final dos anos 20 em Erfurt. Seu pai, Jack Brankson, era engenheiro americano e foi trabalhar na Turíngia para uma empresa americana fabricante de aço. Brankson se apaixonou por Marianne Schramm, filha de um alfaiate. Em novembro de 1928 nasce Gert, ele cresce em um povoado católico na Turíngia junto da sua mãe. Seu pai o visitava frequentemente, pois ele sempre retornava a Turíngia devidos aos contratos de montagens da empresa, até que um dia em 1941, durante uma visita a Alemanha, o negro americano foi preso, por causa da política de raças dos nazistas e deportado para Ausschwitz.

Durante o transporte se perderam todas as pistas do seu pai. Em maio de 1944, durante seu trabalho, Gert Schramm é preso , sem motivos. Na época ele tinha 14 anos. Durante um ano ele nao teve contato com sua família e nem com amigos e era levado pela Gestapo de uma prisão a outra; de Langensalza para Erfurt, de Erfurt para Weimar e assim por diante.

''A política de raça, era para mim um livro fechado. Eu nao tinha nenhuma ideia do que era aquilo e nem como eles tratavam as pessoas, pois eu nunca tinha tido nenhum problema com as autoridades. Eu só descobri o por que eu fui preso, um ano depois. Eu fui levado para um interrogatório, foi quando eu ví um livro vermelho e na capa tinha escrito, mandatos de prisão. E então eles leram para mim ' de acordo com o parágrafo das leis de raça... ' e também ' levado a prisão preventiva, mas não menos do que 15 anos!'''

O rapaz de 15 anos foi levado, junto com outros presos, de Weimar para Buchenwald. Mal chegaram e já os esperavam os homens da SS que os gritavam '' vamos seus porcos, se mexam'' e os agrediam sem parar. Buchenwald foi contruída em julho de 1937, em Ettersberg, a poucos quilometros da clássica cidade de Weimar. Quando começou a guerra, pessoas de toda europa foram levadas para alí; ciganos, politicos da oposição, judeus, homosexuais, testemunhas de jeová, mendigos etc. Eles tinham que trabalhar sob condições degradantes para a indústria de armamentos alemã. Mais de 56.000 pessoas morreram por causa das torturas, doenças e enfraquecimento como também devido aos experimentos medicinais. 



Gert Schramm foi trabalhar nas pedreiras, um dos pioeres trabalho do KZ. Calçando chinelos de madeira, ele tinha que trabalhar mais de 10 horas por dia puxando grandes pedaços de pedras. Foi somente por um milagre que ele sobreviveu a esse Arbeitskommado (comando de trabalho). O capataz Willi Bleicher, que comandava as estatísticas de trabalho para os SS, lhe deu uma outra tarefa. Ele foi trabalhar na distribuição de alimentos, até que ele conseguisse recuperar novamente as forças. 

Muitos presos ajudaram a Gert, principalmente políticos que já estavam alí a mais tempo. Somente depois da libertação ele descobriu o quanto aquilo era perigoso para ele. Somente o mais velho do bloco, Otto Grosse, um comunista da Baixa Saxónia, se sentava junto com Gert e lhe dava dicas de sobrevivência; Nunca olhar os homens da SS nos olhos, sempre se esconder no meio das fileiras na hora do apelo, não chamar a atenção. Ele é agradecido até hoje. 




Gert Schramm sobrevive e mal pode acreditar quando os americanos no dia 11 de abril de 1945 chegaram no campo. Alguns homens da SS fugiram, o comandante se retirou de avião. Gert passou nove meses alí preso. Em junho de 1945 ele voltou para casa, para uma nova vida, com nome no lugar de número, com família  e direitos. Gert Schramm trabalhou na exploração de minas em Wismut, se mud por pouco tempo para a Alemanha Ocidental mas volta de novo para o lado oriental. Durante a DDR (República Democrática Alemã) ele fundou uma empresa de taxi em Bradenburgo. 

Desde de alguns anos, Gert Schramm visita escolas e fala sobre sua experiência no centro de concentração de Buchenwald. Estudantes aprendem, através dos seus relatos. Além disso ele documentou tudo no seu livro ''Wer hat Angst vorm schwarzen Mann''(quem tem medo do homem negro). Isso é muito importante, pois testemunhas como ele, tem muito pouco e a cada dia estão desaparecendo. A entrevista com a ''MDR'' foi a última que dará, pois com 86 anos e depois de operação no coração ele disse que já tem mais forças.





Texto traduzido por mim do site mdr.de sobre os 70 anos da libertação do centro de concetração de Buchenwald. 


domingo, 29 de março de 2015

5 coisas que os americanos descobriram sobre Hitler após fazem um psicograma sobre o que se passava pela cabeça dele.





O QUE PASSAVA PELA CABEÇA DE ADOLF HITLER? EM 1943 O PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DE HAVARD , HENRY MURRAY, RECEBEU DOS AMERICANOS A MISSÃO DE DESCOBRIR ISSO. 

"Conheça a teu inimigo e conhecerá a te mesmo, e em 100 batalha não correrás perigo. " É uma sabedoria chinesa sobre estratégias. Certamente os Office of Stratetegic Service (OSS), o antecessor do serviço secreto americano CIA, também sabiam disso e em 1943 deram uma missão ao professor Herry Murray, da universidade de Harvard, de fazer um psicograma do ditador Adolf Hitler. Veja agora as cincos coisas que americanos descobriram sobre ele. 

1. HITLER TEVE UMA INFÂNCIA DIFÍCIL. 
De acordo com Murray, durante sua infância, Adolf Hitler sofria de um complexo de inferioridade provocada por sua pequena e fraca estatura. Ele evitava fazer esforço e não tinha interesse em esportes. Ele recusou o serviço militar austríaco. Ele não ia a escola porque tinha vergonha de ser pobre.

De acordo com o estudo de 1943, para compensar essa fraqueza, ele venerava forças brutais, violência corporal e conquistas militares. O pesquisador ainda descrevia a vida sexual dele como altamente sádico , que humilhava e usava suas parceiras.

2. HITLER ODIAVA SEU PAI

Murray diagnósticou que Hitler tinha complexo de Édipo. Ele tinha mais afinidade com sua mãe e odiava a seu pai.

Murray acredita, que quando Hitler era criança, ele tenha visto seu pai fazendo sexo e isso pode ter provocado uma perturbação psicológica. De aí em diante ele via em seu pai um inimigo, tirano que humilhava e mostrava sua masculinidade sobre a família. 

3. ELE ERA INCAPAZ DE PRATICAR SEXO NORMAL

De acordo com Murray, uma ex namorada de Hitler lhe revelou que ele era incapaz de executar uma relação sexual. Por isso ele tinha a nescessidade de provar sua masculinidade perante os outros homens. 

4. PARA ELE, SEXO ERA UMA COISA SEBOSA

O pesquisador também tinha uma explicação para essa loucura de limpeza racial. Quando ele tinha 12 anos, lhe pegaram fazendo experimentos sexuais com uma pequena menina. Depois disso ele pegou um medo incrível de pegar doenças sexuais como sífilis. 

Ele também temia que seu sangue ficasse impuro ao ter contato com mulheres. O pesquisador acredita que esse temor era porque ele ligava sexo com excrementos. 

5. ELE VIA NOS JUDEUS VÍTIMAS FÁCEIS 

Mas o que fazia de Hitler tão malvado? Murray acredita que ele precisava projectar toda sua raiva e incapacidade em cima de alguém e via nos judeus europeus um alvo para isso. Pois esses não podiam se defender com o próprio punho e nem com armas. O preconceito antisimitista e as caricaturas da época mostrava uma ligação entre os judeus e tudo que Hitler odiava; Espírito para os negócios, comunismo, capitalismo e democracia. 

* texto traduzido por me do site focusonline.de.

E se Hitler tivesse ganhado a guerra?

COMO SERIA O MUNDO, COMO SERIA A ALEMANHA SE HITLER TIVESSE GANHANDO A GUERRA? OS NACIONAIS SOCIALISTA TINHAM PLANOS CONCRETOs PARA A CHAMADA ''VITÓRIA FINAL''. COM A AJUDA DA ITÁLIA E DO JAPÃO, PRIMEIRO SERIA A EUROPA AO QUAL SERIA SUBMETIDA ÃO NACIONAL SOCIALISMO E POSTERIOMENTE TODO O MUNDO. COM UM GRANDE IMPÉRIO GERMÂNICO, COMPARANDO-SE SOMENTE AO IMPÉRIO ROMANO E A BABILONIA, ONDE A CAPITAL SERIA BERLIN.


''Se Hitler tivesse ganhando a guerra'' é um conhecido livro que se oculpa em estudar a ordem mundial depois da vitória do Nacional Socialismo. O autor, Ralph Giordano, não via somente Hitler como o resposável para esses planos e nem seus subordinados, ele remete isso a ''quase um consenso coletivo entre esse lider e uma esmagadora maioria do povo.''

Giordano, como filho de uma judia, sofreu as represálias do regime nazista. Sua obra foi apoiada em diversos estudos cientifícos, uma parte no livro ''o processo de Nuremberga'' de Joe L. Heydecker e Johannes Leeb. Os autores reuniram depoimentos e documentos do processo em Nuremberga contra os principais criminosos da guerra e tiveram condições de desenhar uma abrangente imagem da ordem mundial caso os alemães tivessem ganhando a guerra.

PLANOS PARA A EUROPA




Para Hitler e seus confidentes, assim que terminasse a guerra com a ajuda da Itália e do Japão, eles iriam fazer uma conferência de paz .A parte essêncial dos planos nazistas; a submissão europeia. Países como Suécia, Dinamarca, Belgica, Luxemburgo e os países baixos seriam incorporados, por completo ou em partes, ao terceiro Reich. França e países bálticos deveriam permanecer sobre uma constante submissão e parte da França seria anexada. Existia um plano para invadir até mesmo a neutra Suiça.

Em relação a Grã-Bretanha, Hitler estava dividido: Por um lado, na opinião dele, os britânicos eram o povo mais ariano, depois dos alemães, por outro lado, eram um povo governado por judeus porcos. Para Hitler a Grã-Bretanha deveria ficar neutra, ou pelo menos, apoiar a Alemanha no processo de conquistar o mundo. Mas na verdade a Grã-Bretanha via Hitler como um perigo para seus próprios interesses. Depois que os alemães invadiram a Polónia em 1939, os britânicos declaram guerra a Alemanha. Por fim ficou claro para os nazistas que a Grã-Bretanha deveria então ficar completamente sob os alemães.

Porém o elemento principal da ideia dos nazistas para a nova reorganização da Europa e do mundo era a oculpação da União Soviética e o extermínio de 30 milhões de eslavos. Hitler queria conquistar o país até os montes Urais e estabelecer um novo modo de vida. Em partes da União Soviética seriam contruídas cidades, onde os alemães autorizariam pessoas de outras nacionalidades, como dinamarqueses, suecos, noruegueses e neerlandeses, a viverem. Os russo só poderiam viver a um raio de 30 a 40 km e deveriam ser escravizados e servir aos alemães. Como muita outras cidades do leste , Hitler queria devastar Moscou e construir, sobre a cidade, uma grande represa.

Ademas , Hitler e seus outros líderes, planejavam oculpar o Vaticano e sequestrar o papa. Em todos os países oculpados seriam instaldos antipapas; nas ideias dos nazistas, os grupos de católicos seriam colocados uns contra os outros e a influência da igreja católica e o cristianismo, como um todo, desapareceriam. Logo depois os nazistas queriam introduzir uma nova instrução baseada em uma mistura de adoração a Odín (um deus germânico) e dogmas indo-persas. 

PLANOS PARA O MUNDO


Hitler e seus seguidores sonhavam com um grande império germânico. Nisso , não só a Europa estaria baixo os alemães, mas sim todo o mundo. Depois de anexar grande parte da Europa, seria a vez de todo o continente africano ser colonizado e também partes significantes da Ásia e assim enfraquecer o império britânico. Quando tudo isso acontecesse seria a hora da ''batalha final'' que deveria ser travada entre as duas grandes potências, Alemanha e Estados Unidos. Para isso deveria ser produzidas grandes esquadras de bombas, que poderiam atravessar o atlântico sem a nescessidade de reabastecimento, fazendo os americanos se submeter ao grande império germânico. 

Quando a batalha acabasse os Estados Unidos deveriam ser reorganizados. Os planos de Hitler era que os grupo de americanos, com descendência alemã, deveria aumentar e fazer do país uma nação de povos alemães. O confidente de Hitler, Alfred Rosenberg, se preoculpava muito com o problema de raças nos Estados Unidos. Ele queria transferir os negros e os judeus para Madagaskar. É claro que ele disse isso durante o processo de Nuremberga, esperando receber uma pena mais branda. Talves eles queriam continuar o aniquilamento de judeus la também.

PLANOS PARA ALEMANHA




A Alemanha deveria florecer; Deveria existir premios para as cidades e povoados que ao final da guerra conseguisse se reerguer e que tivesse se transformado em belas cidades. As autobahnen (as estradas alemães) deveria cruzar não só a Alemanha e sim todo o império. Hitler também sonhava com um super trem que ligasse as principais cidades com uma velocidade de 200 km e para isso os arquitetos nazistas já tinham projetos preparados; Berlin deveria ter espaço para 8 milhões de pessoas e deveria se chamar ''Germania''. Essa deveria ser a capital do império. Como em Berlim, deveria surgir também em Munique magnificas ruas, arcos do triunfo e suntuosas arquiteturas, as margens do lago de Chiemsees deveria existir uma universidade do partido com vários edifícios. O terreno para a construção já tinha sido escolhido pelos nazistas. 

Para os habitantes do império haveria regras muito rígidas; O estilo de vida de cada um tinha que ter influência do estado desde da infância, a juventudes Hitlerianas até o lar da terceira idade nazista. O estado deveria ser conduzido por uma elite de pessoas que deveria ter suas funções de acordo com seu gene; Hitler e seu confidente Heinrich Himmler queriam que esses senhores do poder fossem criados com a ajuda dos SS. Eles teriam direito até a bigamia para que o número desses senhores do poder loiros , de olhos azuis se reproduzissem o mais rápido possivel. Matrimónios , que depois de cinco anos de casados e que ainda não tivessem descendentes, deveriam se dissolver.

PLANOS PESSOAIS DO LIDERES

Hitler queria que depois da nova ordem mundia, o planeta vivesse em paz e harmonia. De acordo com Heydecker und Leeb, o fotogáfo pessoal de Hitler, Heinrich Hoffmann, teria dito uma vez que ele, Hitler , teria escolhido o povoado de Obersalzberg im Berchtesgadener Land para viver e de lá vigiar seus sucessores. Giordano cita uma outra fonte, onde é afirmado que Hitler queria se estabelecer em Linz, Austria. Aquele que quizesse seguir as pegadas de dele, deveria mais jovem que ele. Com isso estava fora de cogitação seus homens de confiança como Himmler e Joseph Goebbels, pois eles tinham a mesma idade que Hitler. 

Himmler tinha para si próprio planos concretos; Ele queria reformar um catelo ancestral perto da cidade de Paderborn e transforma-lo em um catelo moderno, como havia sido planejado no império. Nesse novo castelo deveria ser treinado, pelo nazista, o pessoal que teriam papel de lideres. Ele também queria viver alí. Mas esse plano também não foi adiante; em 1945 ele mandou destruir e logo depois se suicidou. 

*Texto foi traduzido do site Planetwissen. Desculpem alguns erros ortográficos, pois estou digitando de um teclado alemão. Espero que seja esclarecedor